Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente de 54 anos realizou mamografia que evidenciou imagem nodular espiculada densa, que na USG é irregular, hipoecogênica, com diâmetro AP > T, com sombra. Fez core biopsia, cujo resultado foi “Alterações fibrocísticas da mama”. O radiologista colocou no laudo com “imagem altamente suspeita”. Qual o próximo passo propedêutico?

A
Acompanhamento semestral, o diagnóstico foi de lesão benigna.
B
Manter acompanhamento anual, e comparar as mamografias futuras, havendo modificação nova core biopsia.
C
O diagnóstico histopatológico foi de benignidade, manter acompanhamento com ultrassonografia.
D
Fazer estereotaxia e retirar toda a lesão para estudo histopatológico.
E
A core biopsia é soberana sendo benigna a lesão, acompanhamento clínico.
Paciente com cardiopatia dilatada referiu dor súbita em membro inferior direito há 3 horas da internação. Negava antecedente de claudicação. Ao exame, constatou-se ausência de pulsos em membro inferior direito e pulsos normais nos demais membros. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta?
Um lactente de 5 meses chega ao pronto-socorro com frequência cardíaca de 220 batimentos por minuto, pulsos palpáveis e enchimento capilar de 2 segundos. Levado para a sala de emergência, administrado oxigênio e observado no monitor cardíaco: QRS estreito (< 0,09s), intervalo R-P "menor ou igual a" 70ms e intervalo R-R constante. Qual das seguintes opções seria mais adequada?
Gestante, com laudo ultrassonográfico morfológico indicando cardiopatia congênita fetal, dá a luz, a RN do sexo masculino, com 35 semanas de idade gestacional, hipotônico e em apneia. A sala de partos dispõe de blender para os gases e oxímetro de pulso. RN recebeu todos os cuidados adequados e entre 120 a 180 minutos de vida encontrava-se entubado, ventilado por balão acoplado à cânula traqueal, com oxigênio a 90 %, mantendo saturação de 80 % na oximetria de pulso e frequência cardíaca de 55 bpm. Nesse momento, a conduta é
Criança portadora de hepatopatia crônica por atresia de vias biliares foi submetida a transplante hepático com doador vivo sadio. No pós-transplante imediato, evoluiu com acidose refratária, alargamento do tempo de protrombina e piora progressiva da icterícia. Assinale o diagnóstico mais provável
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