Questões na prática

Clínica Médica

Nefrologia

Paciente de 65 anos, tabagista (30 cigarros/dia) desde os 20 anos, veio a consulta urológica por hematúria macroscópica assintomática com início há 10 dias. O exame de urina apresentava número elevado de eritrócitos (mais de 100/campo) e ausência de leucócitos no sedimento urinário. A urocultura foi negativa, e os exames de função renal estavam normais. O exame digital da glândula prostática foi normal, e a dosagem do antígeno prostático específico revelou 1ng/ml. A ultrassonografia abdominal demonstrou lesão vegetante de, aproximadamente, 3 cm no trígono vesical. Com base nestes dados, qual a conduta inicial mais adequada?

A
Ressecção endoscópica da lesão.
B
Imunoterapia com onco-BCG.
C
Cistectomia parcial.
D
Radioterapia.
E
Cistectomia radical.
Paciente com 42 anos de idade, com ciclos menstruais regulares, procurou atendimento com queixa de dor em fossa ilíaca direita, há 6 meses, de leve a moderada intensidade, diária. O exame clínico ginecológico não evidenciou alterações significativas. O ultrassom evidenciou cisto ovariano à direita, sugestivo de teratoma e CA 125 = 4,0. Foi submetido à laparoscopia, com ooforectomia direita, e o exame anatomopatológico intraoperatório evidenciou diagnóstico de carcinoma de ovário. Sabe-se que nesses casos está indicada a realização de estadiamento cirúrgico, no mesmo ato, o que inclui histerectomia e ooforectomia contralateral. Do ponto de vista ético, qual a conduta mais adequada do cirurgião?
Paciente, 32 de idade, G3P1A2, com queixa de irregularidade menstrual desde a menarca, caracterizada por ciclos oligo ou amenorreicos, intercalados por episódios de sangramento uterino disfuncional. Referiu aumento progressivo de peso, intensificado há 10 anos, após o parto (aproximadamente 30 Kg), associado ao aumento de pelos em face e dorso. Ao exame físico: peso = 105 Kg; altura =1,65 m; IMC = 38,6 Kg/m²; cintura = 147 cm; índice de Ferriman = 10; exame ginecológico sem alteração. Qual a hipótese mais provável para o quadro anovulatório dessa paciente?
Lactente, 8 meses de idade, iniciou com quadro de coriza, tosse seca e sibilância com piora progressiva. Havia dois irmãos com quadro de resfriado comum em casa. Foi internado em UTI pediátrica, ficando em ventilação assistida por 5 dias e teve alta em 20 dias, sem resolução completa do quadro. Persistiu com quadro de sibilância grave nos 2 meses subsequentes, com dificuldade de alimentação pelo desconforto respiratório e alguns vômitos pós-mamadas. Além de dificuldade para ganhar peso. Radiografia de tórax mostrava ausência de condensações, com algumas áreas de hiperinsuflação localizada. Antecedentes: dermatite atópica e história familiar de atopia. O diagnóstico é:
Assinale a alternativa INCORRETA sobre a bronquiolite viral aguda na infância:
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