Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Dermatologia

Paciente de 70 anos, fumante, com queixas de pirose epigástrica intermitente há 10 anos; diabético e hipertenso. Endoscopia EED: lesão de 5 mm, irregular no esôfago distal com restante da mucosa esofágica normal, cárdia incontinente e sem hérnia hiatal; pangastrite leve e H. pylori negativo. Anatomopatológico da lesão esofágica: carcinoma espinocelular superficial. Ecoendoscopia: lesão restrita à mucosa. Tomografia Computadorizada de Tórax e Abdome normal. Conduta:

A
Esofagectomia subtotal trans-hiatal e esofagastroplastia.
B
Esofagectomia distal com anastomose esofagogástrica.
C
Radioterapia.
D
Esofagectomia subtotal em três campos e esofagogastroplastia.
E
Ablação endoscópica e confirmação anatomopatológica.
Você é médico, em um pequeno município do interior nordestino distante 800 quilômetros de um centro médico de referência. Recebe um chamado para comparecer ao posto de saúde, pois o Senhor Florentino de Jesus caiu do seu jumento, traumatizando a cabeça. HDA: Informa familiar que o paciente após o trauma alternou estados de vigília e perda da consciência. No exame físico observam­se vias aéreas sem sinais de obstrução e ausência de sangramentos, pupila midriática fixa à esquerda, coma, postura de decorticação, decerebração, paresia à direita. RX, fratura linear parietal esquerda. Após instituir medidas como intubação endotraqueal, hiperventilação, agentes desidratantes sem obter estabilização do quadro e observando que o estado do paciente piora rapidamente. Qual a conduta correta a partir deste momento?
Com relação ao tratamento da Doença de Graves, a tireoidectomia cirúrgica deve ser considerada como tratamento inicial nas seguintes situações, EXCETO:
No 6º dia de pós-­operatório de gastrectomia parcial com reconstrução, a BII inicia­-se uma drenagem de secreção abundante pelo dreno no hipocôndrio direito de aspecto amarelado turvo. O paciente não apresenta sinais de peritonite. O débito é de 500ml nas 24 horas. Qual a melhor conduta neste caso?
Mulher de 25 anos, com abortamento de repetição, é portadora de malformação Mulleriana do tipo útero bicorno. Quanto à origem etiopatogênica, o defeito é:
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