Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Paciente do sexo feminino, 29 anos. Há 5 anos, diagnóstico clínico e neurofisiológico de miastenia gravis, porém com anticorpo antirreceptor de acetilcolina negativo. Evoluiu com dificuldade de controle com tratamento medicamentoso. Submetida a timectomia, sem melhora dos sintomas. Houve melhora dos sintomas após a realização de 5 sessões de plasmaférese. Sobre esse caso, é correto afirmar:

A
Houve erro no diagnóstico: a paciente apresenta outra doença.
B
Provavelmente essa paciente tem anticorpos anti-MuSK.
C
A plasmaférese é o tratamento de escolha na fase inicial de todos os pacientes com miastenia gravis.
D
O tratamento com interferon B1a pode ser uma opção nesse caso.
E
A timectomia somente deve ser realizada nos casos de timoma.
Paciente do sexo feminino, 56 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de crises vertiginosas, hipoacusia e zumbido unilateral flutuante. As crises apareciam de 6 em 6 meses, porém agora com frequência maior. A paciente relata que as crises pioram após ingerir grande quantidade de sal (por exemplo, churrasco). Diante desse caso clínico, qual o diagnóstico e a melhor conduta?
Dentro do Programa Saúde na Escola (PSE), as ações do projeto Olhar Brasil, que objetivam contribuir para a redução das taxas de repetência e evasão escolares e facilitar o acesso da população à consulta oftalmológica e a óculos corretivos, sugerem, dentre outros, o seguinte critério para encaminhamento prioritário ao profissional da área:
Na parada cardiorrespiratória em pediatria, o ritmo frequentemente encontrado é:
Paciente, 2 anos, dá entrada no serviço de emergência apresentando crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas há cerca de 6 horas, sem recuperar consciência. Ao exame, saturação de oxigênio de 89%, pressão arterial, pulsos e frequência cardíaca normais. Em relação ao diagnóstico e à conduta inicial, deve-se dizer que o paciente se encontra em estado de mal epiléptico, necessitando de:
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