Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Hepatologia

Paciente do sexo masculino, 47 anos de idade, com história de cirrose hepática, foi internado na enfermaria de clínica médica. Ao exame físico apresenta-se sonolento, desorientado no tempo e no espaço, com flapping. Apresenta aranhas vasculares em tronco e membros superiores, hipotrofia muscular e edema de MMII (++/4+). Ao exame físico do abdome nota-se circulação colateral, hérnia umbilical e manobra de macicez móvel positiva. Foram realizados os seguintes exames laboratoriais: albumina 2,2 g/dl; AST 110 U/l (valor de referência até 30 U/l); ALT 60 U/l (valor de referência até 30 U/l); bilirrubina total 4,1 mg/dl, TAP 45%; Na 135 mEq/L; K 3,8 mEq/L; creatinina 1,5 mg/dl; ureia 48 mg/dl. Os achados do líquido ascítico incluem 650 leucócitos/mm³ (60% polimorfonucleares); proteína total de 0,8 g/dl e albumina de 0,4 g/dl. A cultura do líquido ascítico ainda está em andamento. Em relação ao caso acima, assinale a alternativa INCORRETA:

A
A análise do líquido ascítico é compatível com diagnóstico de peritonite bacteriana espontânea e, portanto, o paciente deve receber tratamento com cefalosporina de 3ª geração.
B
O paciente apresenta alterações ao exame físico que são compatíveis com encefalopatia hepática. A insuficiência renal e a presença de infecções são fatores precipitantes dessa complicação da cirrose hepática.
C
Os níveis séricos elevados de bilirrubinas e transaminases e o prolongamento do tempo de protrombina, ajudam a avaliar o prognóstico do paciente.
D
A taxa de recorrência da peritonite bacteriana espontânea é elevada, portanto, após o fim do tratamento, esse paciente deverá receber profilaxia secundária com quinolona.
E
A paracentese terapêutica com reposição de albumina pode ser utilizada para tratar a ascite do paciente.
Em Pediatria, o ritmo mais frequentemente encontrado na parada cardiorrespiratória é:
Um homem de 42 anos, com história de pirose retroesternal e regurgitação, fez endoscopia digestiva alta que evidenciou esofagite distal, classe B de Los Angeles. O teste da urease confirmou a presença de H. pylori. Neste paciente, a erradicação do H. pylori:
A complicação mais comum da tireoidectomia subtotal é:
<p>Paciente masculino, 30 anos, submetido à apendicectomia por apendicite aguda perfurada com abscesso pélvico por via laparotômica há 15 dias. Recebeu alta no quinto dia pós-operatório. Há 4 dias vem apresentando febre de 38,9ºC e abaulamento da ferida, com hiperemia. A ultrassonografia do abdome mostra edema e espessamento da parede no local da incisão de McBurney com ar no subcutâneo. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta recomendada: </p>
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