Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Hematologia

Pediatria Geral

Paciente do sexo masculino, com 14 anos, apresenta palidez, anorexia e sonolência excessiva. Está crescendo muito rápido, segundo informação da mãe. O diagnóstico mais provável é:

A
giardíase
B
mononucleose
C
anorexia nervosa
D
anemia ferropriva
E
deficiência de cobre
Mulher de 45 anos, peso 80 kg, altura 1,60m, durante realização de exames de rotina apresentou glicemia de jejum = 205 mg/dL. Procurou um clínico geral que recomendou uma educação alimentar compatível com presença de diabetes mellitus e realização de caminhadas de 40 minutos 3x/semana. Após 60 dias a paciente perdeu 6 kg, mas ainda apresentava glicose de jejum alterada (novo exame = 180 mg/dL). Baseado nestes dados e segundo as diretrizes para tratamento de diabetes mellitus, qual a opção terapêutica mais adequada para esta paciente?
Segundo a Conferência do Congresso de Consenso Euro-Americana, além de hipoxemia, são critérios necessários para o diagnóstico da Síndrome de Desconforto Respirático Agudo (SDRA): I - presença de opacidades alveolares bilaterais na radiografia de tórax. II - afastar causas cardiogênicas de edema pulmonar. III - presença de pressão positiva no final da expiração maior que 10.
Escolar, 10 anos, relata febre e dores no joelho esquerdo há dois dias, com limitação da movimentação. Acrescenta que outras articulações também têm sido acometidas de forma assimétrica, como punhos e tornozelos. Ao exame, paciente hipoativo, hipocorado, taquipneico, taquicárdico (FC = 124 bpm). ACV:RCR em 2T com sopro sistólico 4+/6+ em foco mitral com irradiação para axila. AR = MVUA com estertores crepitantes em bases; abdome sem alterações. Joelho esquerdo hiperemiado, com aumento do volume articular e limitação da flexão. O diagnóstico mais provável é:
Após realização de cardiotocografia intraparto, médico detecta presença de taquicardia fetal (167 bpm) e desaceleração do tipo cefálico. O exame obstétrico evidencia dilatação cervical de 9 cm com 100% de apagamento, apresentação cefálica no plano +2 de De Lee. A melhor conduta neste caso é:
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