Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente em investigação de infertilidade primária se recusa a realizar o exame de histerossalpingografia solicitado pelo médico assistente. A mesma alega que o exame é muito doloroso e já havia recebido o diagnóstico de Síndrome Anovulatória Crônica há 05 (cinco) anos. Sobre o caso pode–se afirmar:

A
Como já se tem etiologia confirmada para a infertilidade pode-se proceder a indução da ovulação e reservar a histerossalpingografia para as falhas terapêuticas;
B
A histerossalpingografia pode ser substituída pela histeroscopia sob narcose;
C
Caso a paciente opte por tratamento com indução da ovulação associada à inseminação intrauterina pode-se abdicar do exame;
D
Deve-se orientar a paciente que a histerossalpingografia é exame indispensável para o adequado manejo do casal infértil.
No acolhimento de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), chegou uma mulher de 47 anos, trêmula, com tontura, sudorética, com palidez perioral, náusea e sensação de urgência evacuatória. Apresenta taquicardia e taquipneia, porém, o restante dos sinais vitais está sem alteração. O diagnóstico mais provável é ansiedade. Diante do caso a conduta médica deve ser: I . encaminhar o paciente ao psiquiatra. II . prescrever tratamento farmacológico inicial. III . solicitar exames para tranquilizar a paciente. IV . avaliar a correlação dos sintomas como desencadeante para o quadro clínico. Quais estão corretas?
Você é chamado para investigar um surto de diarreia aguda em uma creche. Qual o agente etiológico mais provável nessa condição?
Em uma situação em que não há disponibilidade de ultrassonografia, uma mulher apresentou- se ao Médico de Família e Comunidade com dor pélvica, mas sem sinais de irritação peritoneal. Qual dos grupos de achados abaixo apoiaria integralmente o diagnóstico de doença inflamatória pélvica aguda?
Menino de 05 anos de idade, bem nutrido, sem nenhum sinal ou sintoma prévio, voltando de uma festa, apresenta leve quadro diarreico, seguido de dor abdominal que começou em torno da cicatriz umbilical e agora migra para baixo e para a direita. Temperatura axilar, 37,9 graus e retal, 39°. Não quer comer. À palpação, há sensibilidade maior no flanco e fossa ilíaca direitos. A radiografia simples do abdome é inexpressiva, exceto pela presença de fecalito no limite inferior do flanco direito. O toque retal, embora mais sensível na parede direita e mais alta do reto, revelou apenas presença de muco. Diante deste quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
Compartilhar