Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Paciente feminina, 28 anos, se apresenta com queixa de cansaço, pele seca, irritabilidade, insônia, irregularidade menstrual e ganho de peso de 3-4 kg nos últimos seis meses.Ao exame físico, apresenta aumento difuso da glândula tireoide à palpação.Exames laboratoriais: TSH = 12 µUI/mL (0,35-5,00 µUI/mL); T 4 livre = 1,47 ng/dl ( 0,70 ng/dL- 1,80 ng/dl). Dosagem do anticorpo antiperoxidase positiva. Assinale a alternativa correta:

A
O diagnóstico é de hipotireodismo congênito, já que a paciente apresenta valor elevado de TSH e anticorpo antiperoxidase positivo.
B
O diagnóstico é de hipotireodismo primário, provavelmente causado por uma tireoidite autoimune (tireoidite de Hashimoto).
C
O diagnóstico é de hipertireodismo por Doença de Graves, já que o valor de TSH apresenta-se elevado.
D
O diagnóstico é de hipotireodismo secundário ocasionado por uma hipofisite autoimune
E
Nenhuma das questões anteriores.
Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92bpm, FR 23 irpm, Tax 39ºC, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm3 (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2mg/dL, direta 0,7mg/gL, indireta 0,5mg/dL; EAS normal. Após duas semanas, Anália apresenta febre e calafrios e é reinternada. A hemocultura evidencia bacteremia por Gram negativo. O médico punciona a veia subclávia, inicia empiricamente ceftriaxona (1 g IV de 8/8h) e reposição volêmica. Não há melhora, mantendo febre e taquicardia e, 48 horas depois, o resultado da hemocultura é positivo para E.coli, sensível a ceftriaxone, cefotaxime e imipenem, e resistente a ceftazidime e aztreonam. A radiografia de tórax e o EAS são normais. A estratégia antimicrobiana adequada neste momento é:
Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2 mg/dl, direta 0,7 mg/gL, indireta 0,5 mg/dl; EAS normal. Anália está na pós-menopausa em terapia hormonal (TH) combinada há 3 anos. Três meses após a alta, queixa-se de incontinência por urgência, nictúria e polaciúria, com prejuízo da sua qualidade de vida. O exame, indicado para confirmar a suspeita diagnóstica é:
Milton, 1 mês e 25 dias de idade, apresenta, há 24 horas, leve coriza hialina, tosse discreta, fezes líquidas amareladas (cerca de sete evacuações), febre alta que cede com paracetamol e reaparece algumas horas depois. Hoje teve várias “crises” de choro forte e está “um pouco diferente”. Recebe leite materno e fórmula láctea industrializada desde 28 dias de idade. Exame físico: peso 4.900g, T.ax 39,1 ºC, FC 144 bpm, FR 40 irpm; alterna períodos de choro intenso com apatia, irritável ao manuseio, hipertonia muscular difusa, fontanela plana levemente deprimida, elasticidade cutânea e turgor discretamente reduzidos, ausência de lágrimas, sede exacerbada, pulsos amplos e acelerados, extremidades acianóticas, ausculta cardiopulmonar, abdome e membros inferiores sem alterações. A conduta inicial inclui antitérmico e hidratação venosa com soro:
O residente da reumatologia foi chamado para avaliar um paciente masculino de 69 anos em pós-operatório de 24 horas de uma gastrectomia total por neoplasia gástrica. De comorbidades, o paciente apresentava quadro de gota no passado e estava em uso de colchicina 0,5 mg ao dia, antes da cirurgia. Era também hipertenso em uso de hidroclorotiazida 25 mg ao dia. Havia apresentado um aumento súbito e muito doloroso do joelho direito, 12 horas depois do término da cirurgia. Ao exame físico, havia evidência de artrite de joelho direito, com derrame articular, aumento da temperatura e leve hiperemia. O manejo mais adequado desse paciente inclui:
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