Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Cardiologia

Paciente feminina, 42 anos, com história familiar de dislipidemia, vem à consulta com os seguintes exames: colesterol total = 320 mg/dL; HDL = 32 mg/dL; triglicerídios = 655 mg/dL. Qual a conduta mais adequada?

A
Descartar diabetes, iniciar fibrato e repetir exame em 6 meses.
B
Descartar hipotireoidismo, orientar controle dietético e atividade física, iniciar hipolipemiante.
C
Orientar controle dietético e repetir exames em 1 ano.
D
Solicitar amílase e lipase, imediatamente, pelo risco de pancreatite. Iniciar ácido nicotínico como primeira escolha devido aos níveis de triglícerideos.
E
Iniciar tratamento combinado de estatina, genfibrozila e ácido nicotínico pela severidade do caso.
Um homem relata episódios dolorosos em queimação acometendo ambos os pés, que sempre se acompanham de aumento da temperatura e de eritema, desencadeados por aumento da temperatura ambiente e pelo caminhar, com melhora após a imersão daquelas extremidades em água fria. Hemograma, único exame realizado, evidencia contagem de plaquetas de 550.000/mm3. Dentre as citadas, a melhor hipótese diagnóstica é:
Menino de 8 anos com adenopatia cervical acentuada, com estado geral. Hemograma: intensa atipia dos linfócitos; levantado suspeita de leucemia. Reação de Paul-Bunnell negativa. Reação de Sabin-Feldman 1:4.000. Qual o provável diagnóstico?
Paciente masculino, 8 anos de idade, sem antecedentes mórbidos. Há cerca de 30 horas vem apresentando dor abdominal em cólica, acompanhada de náuseas e vômitos de conteúdo alimentar. Nega febre, tosse ou disúria. Há 2 horas evacuação mucossanguinolenta. Ao exame, o abdome encontra-se distendido e há uma massa móvel palpável em fossa ilíaca direita. Hemograma com leucopenia discreta. Coagulograma normal. Desidrogenase láctica (DHL) de 1015 U/L. A radiografia simples de abdome evidencia distensão difusa de delgado. Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada:
Uma mulher de 66 anos, portadora de câncer de mama, com metástases ósseas, está em tratamento quimioterápico há seis meses. Para controle das dores, faz uso de antiinflamatórios não- esteroidais, codeína em doses moderadas e bisfosfonatos. Foi trazida para consulta pelos familiares porque há um mês apresenta-se sem interesse pelas tarefas do dia-a-dia, diz que está sem esperança, só pensa em morrer e quer interromper o tratamento oncológico. A conduta apropriada nesse caso é:
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