Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Paciente feminina, 46 anos, proveniente de Pedro Rosário-MA, chega ao ambulatório. Refere diagnóstico de enxaqueca crônica e nega outras patologias conhecidas. Queixa de cefaleia unilateral pulsátil, retro-orbitária, intensa, que lhe acorda à noite e dura cerca de 1 hora, sudorese fria; refere cerca de três crises ao dia, durante cerca de dois meses, todos os anos, há 2 anos. Refere alcoolismo crônico. Ao exame, ptose palpebral, miose e congestão ocular unilateral e ipsilateral ao local da dor; sem outras alterações ao exame físico. Qual o provável diagnóstico e conduta adequada?

A
“Cluster haedache”, oxigenioterapia a 100% na crise e carbonato de lítio a longo prazo.
B
Enxaqueca sem aura, sumatriptano na crise e propranolol a longo prazo.
C
Cefaleia tensional; AINE na crise e amitriptilina a longo prazo.
D
Tumor retro-orbitário, dexametasona VO e encaminhar para neurocirurgia.
E
Nenhuma das opções acima.
O hirsutismo é uma das manifestações clínicas do hiperandrogenismo e apresenta vários fatores envolvidos na sua etiologia. São causas de hirsutismo medicamentoso e endócrino, respectivamente:
No sangramento Uterino Anormal os mecanismos capazes de provocar sangramento endometrial são:
Uma paciente de 56 anos é submetida a uma ileocolectomia direita devido à adenocarcinoma apendicular por uma incisão mediana infraumbilical, com anastomose íleo-cólica latero-lateral por sutura manual. Profilaxia de trombose venosa é instituída com heparina de baixo peso via subcutânea e antibioticoprofilaxia parenteral é iniciada na indução anestésica. No segundo dia de pós-operatório ela apresenta febre baixa e dispneia em seu quarto e a oximetria mostra uma saturação de 85%. Sua ausculta pulmonar revela creptação em base pulmonar direita, associada à hipoventilação desta área. Uma radiografia de tórax revela então uma hipotransparência em terço inferior de hemitórax direito, com retração ipsilateral da cúpula diafragmática. Face a este quadro pulmonar, pode-se afirmar que:
A leucemia aguda ocorre cerca de 14 vezes mais frequentemente em crianças com Síndrome de:
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