Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Infectologia

Neurologia

Paciente masculino, 18 anos, morador de bairro sem saneamento básico na periferia de grande cidade brasileira. Histórico de quadro progressivo de febre irregular (39ºC) com mal-estar, cefaleia, mialgia, anorexia, tosse, náuseas e vômitos, com piora a partir da segunda semana com intensificação da febre, prostração, delirium, apatia, dor abdominal difusa, diarreia. Apresentou também pápulas rosadas, cerca 3 mm cada, que desapareciam ao toque, localizadas no tronco. Encaminhado para emergência após ter iniciado quadro de enterorragia, dor abdominal difusa com peritonismo, tendo sido diagnosticada perfuração intestinal. O caso acima descrito é sugestivo de:

A
tifo epidêmico
B
dengue
C
febre tifoide
D
cólera
E
N.R.A.
Para o diagnóstico de otite média secretora (OMS), os elementos que melhor a caracterizam, em geral, são:
No próximo item é apresentado um caso clínico seguido de uma assertiva a ser julgada. Um paciente de cinquenta e quatro anos de idade, tabagista, portador de neoplasia de cabeça de pâncreas, foi submetido à duodenopancreatectomia com preservação pilórica. O procedimento transcorreu sem intercorrências. O paciente foi transferido para UTI no pós-operatório imediato extubado, respirando ar ambiente, com saturação de oxigênio de 98%. No segundo dia após a operação, o paciente apresentou desconforto respiratório importante, baixa de saturação, com necessidade de entubação orotraqueal para assistência ventilatória adequada. A radiografia de tórax mostrou desvio da traqueia para esquerda, pequeno nível de líquido obliterando o seio costofrênico esquerdo, desvio do coração para o lado esquerdo e colapso do pulmão esquerdo. Nesse caso, a conduta clínica adequada seria manter a assistência ventilatória, realizar fisioterapia respiratória, tromboprofilaxia e drenagem torácica fechada do hemitórax esquerdo.
No pronto-socorro: jovem de 22 anos do sexo feminino dá entrada com dor ocular e derrame intraocular, após trauma contuso. Qual seria a conduta correta até a chegada do especialista? Assinale a CORRETA:
Em casos de epistaxe persistente pode ser necessário que o médico da Atenção Básica realize o tamponamento nasal posterior. Sobre a técnica deste procedimento com gaze, é CORRETO afirmar que:
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