Questões na prática

Ortopedia

Ortopedia

Paciente masculino 21 anos, é trazido ao pronto-atendimento após impacto em região pré-tibial e tornozelo esquerdo. Ao exame físico da região pré-tibial observa-se: dor e crepitação óssea à palpação e deformidade óssea visível. No exame do tornozelo observa-se: dor, aumento de volume local e acentuada limitação funcional. Não houve possibilidade de verificar a mobilidade para o lado contrário do ligamento pela dor informada. Assinale a alternativa que contém os diagnósticos atribuídos a cada parte afetada e manejo inicial.

A
Contusão da região pré-tibial e tornozelo. O manejo inicial consta de repouso, aplicação de gelo, contenção elástica anti-inflamatório não esteroides.
B
Fraturas em ambas topografias. Fazer exame radiográfico para confirmação diagnóstica e planejar a forma de tratamento da fratura.
C
Entorse de joelho e tornozelo. Analgesia e proteção das articulações.
D
Fratura da tíbia. Obter duas incidências radiográficas (frente e perfil) abrangendo as articulações proximal e distal. Entorse do tornozelo. Confirmar se houve ruptura parcial de ligamento para definir o tipo de imobilização. Manter repouso e aplicação de gelo.
E
Contusão na região pré-tibial e entorse do tornozelo. Repouso, aplicação de gelo, contenção elástico e anti-inflamatório não esteroides.
Um paciente de 42 anos de idade, portador de nefrolitíase, procura o pronto-socorro devido à cólica nefrética esquerda iniciada há 3 horas. Ao exame, encontra-se agitado, sem febre e com exame abdominal normal, exceto pela presença de dor durante percussão da loja renal. Após o uso de analgésicos injetáveis, há controle da dor. O exame de urina mostra 20 hemácias e 10 leucócitos, além de cristais de oxalato de cálcio. O hemograma mostra contagem de leucócitos normais. A conduta para esse paciente deve ser:
Escolar, sexo masculino, apresenta hematúria macroscópica, indolor, sem relação com trauma ou exercício. Nega febre e polaciúria. Refere dois episódios similares com resolução espontânea após infecção respiratória alta. Níveis tensionais normais. O exame de urina revela hemácias dismórficas e cilindros. O diagnóstico mais provável é:
Paciente de 32 anos, trabalhador da construção civil, vem até a unidade básica de saúde mais próxima do local da construção onde trabalha, com trauma em 5º quirodáctilo esquerdo, ocorrido há uma hora. Queixa-se de muita dor na falange distal do referido dedo, motivo da procura pela unidade de saúde. Ao exame físico, há ausência de ferimento cortante em dedo, ausência de edema, crepitação ou dor à mobilização do dedo e presença de hematoma subungueal. O médico residente faz a avaliação e a melhor conduta a ser adotada é:
Milton, 1 mês e 25 dias de idade, apresenta, há 24 horas, leve coriza hialina, tosse discreta, fezes líquidas amareladas (cerca de sete evacuações), febre alta que cede com paracetamol e reaparece algumas horas depois. Hoje teve várias “crises” de choro forte e está “um pouco diferente”. Recebe leite materno e fórmula láctea industrializada desde 28 dias de idade. Exame físico: peso 4.900g, T.ax 39,1 ºC, FC 144 bpm, FR 40 irpm; alterna períodos de choro intenso com apatia, irritável ao manuseio, hipertonia muscular difusa, fontanela plana levemente deprimida, elasticidade cutânea e turgor discretamente reduzidos, ausência de lágrimas, sede exacerbada, pulsos amplos e acelerados, extremidades acianóticas, ausculta cardiopulmonar, abdome e membros inferiores sem alterações. A conduta inicial inclui antitérmico e hidratação venosa com soro:
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