Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Paciente masculino, 35 anos, pedreiro, morador de Curitiba, chega ao pronto-socorro com quadro de cefaleia e mialgias intensas que se iniciaram há 2 dias e estavam piorando progressivamente. No dia da consulta, notou urina escura e coloração amarelada na pele. Familiares referem que o paciente não viaja há mais de 6 meses. Ao exame apresenta-se em regular estado geral, febril, letárgico, com força muscular e tônus muscular preservados, porém havia rigidez de nuca +/4+, icterícia +++/IV, petéquias subconjuntivais, fígado e baço não eram palpáveis. Colhido liquor, este era claro, com 98 leucócitos, sendo 80% de células linfomononucleares. Glicose e proteínas eram normais. Não se observaram bactérias no GRAM; leucograma com 14.500 leucócitos, 20% bastões; 70% de segmentados e 0 (zero) eosinófilo e plaquetas = 74.000; Na+ = 135 mEq/l; K+ = 2,0 mEq/l; creatinina = 5,2 mg/dl; bilirrubina total de 12 mg/dl com 9,0 de direta; AST(TGO) e ALT(TGP) de 100 e 110 UI. Com esses dados, você pode considerar como principal hipótese:

A
Febre Amarela.
B
SIDA com infecção pelo Citomegalovírus.
C
Dengue Visceral.
D
Meningite.
E
Leptospirose.
Acerca da avaliação e do tratamento de pacientes politraumatizados, julgue o item subsequente. Os sinais mais precoces de síndrome compartimental são o deficit motor e o desaparecimento do pulso distal.
Em Santa Catarina, o “teste do pezinho” inclui a dosagem da tripsina imunorreativa. Concentrações acima dos limites normais são sugestivas de fibrose cística, doença caracterizada por infecções pulmonares de repetição, desnutrição e diarreia crônica. Sobre a terapêutica, podemos afirmar que:
Hérnia Interna pelo espaço de Petersen tem maior incidência após:
Quando há discromia pós queimadura significa que:
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