Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Cardiologia

Nefrologia

Paciente masculino, 60 anos, diabético há 20 anos. Avaliado por você no PSF, porque se mudou para Itajaí por ser um local de clima ameno e livre de desastres naturais. Traz exames que realizou 1 ano atrás: (creatinina: 1,0 mg%, Parcial de Urina normal, Proteinúria de 24 horas: 140 mg/24h, Hemograma normal, colesterol e triglicerídeos altos e glicemia de jejum 150 mg%). No exame físico, você observa PA 180/110 mmHg, edema ++/4 em Membros Inferiores (MMII) e sopro na ausculta do abdome e flanco direito. Os pulsos em MMII estão diminuídos à direita. Os exames que você pediu mostram: creatinina: 2,3 mg%, Parcial de Urina normal, Hemograma com Hematócrito: 33% Leucograma normal. O paciente faz uso de captopril, hidroclorotiazida, e medicação para dislipidemia. Usa AAS por indicação do seu cardiologista. Em relação ao relato acima, qual a alternativa mais correta:

A
trata-se de provável nefropatia diabética na fase inicial porque ainda não tem proteinúria.
B
não podemos atribuir a insuficiência renal à nefropatia diabética.
C
a conduta mais apropriada seria realizar a medida da microalbuminúria na investigação da disfunção renal apresentada.
D
o mais provável é um erro laboratorial, uma vez que o Parcial de Urina não está compatível com a proteinúria medida nas 24 horas nos primeiros exames.
E
o tempo de evolução do Diabetes fala contra o diagnóstico de nefropatia diabética.
Considerando a importância da avaliação clínica e laboratorial pré-operatória no preparo de pacientes para operações eletivas, julgue os itens a seguir. O coagulograma completo é dispensável, a menos que haja história pessoal ou familial de coagulopatia ou hepatopatia, em operações de grande porte ou vasculares e em pacientes que fazem uso de drogas que possam alterar a coagulação.
Em relação à comunicação interatrial (CIA), assinale a alternativa correta.
A primeira manifestação clínica que pode estar presente na fibrose cística é:
A obstrução arterial aguda periférica secundária a aterosclerose obliterante ocorre mais frequentemente na artéria:
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