Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Infectologia

Paciente masculino, 77 anos, nascido e procedente de Curitiba, admitido com dor abdominal em baixo ventre, difusa, de início há 3 dias, de moderada intensidade, contínua, associada à calafrios. CHV- Nega tabagismo. Interrompeu etilismo há 30 anos. Natação 5 vezes por semana. Medicamentos: Antiinflamatórios para coluna. Exame Físico - Bom estado, lúcido, corado, hidratado, febril. CPP livres. Abdome plano, renitente, doloroso à palpação na porção inferior, discretamente distendido e timpânico. Ruídos hidroaéreos discretamente diminuídos. Hemograma com VG 45%, Leucócitos de 15.500. Bastões 10%. Radiografia com pneumoperitônio extenso sob o diafragma à esquerda. Durante a vídeo-laparoscopia evidenciou-se líquido purulento na cavidade abdominal. Baseado nessas informações as hipóteses diagnósticas mais prováveis são:

A
Úlcera péptica perfurada, estenose hipertrófica de piloro e Trombose mesentérica.
B
Pancreatite aguda, apendicite aguda e Gastroenterite.
C
Trombose mesentérica, Cirrose hepática e Retocolite ulcerativa perfurada.
D
Doença diverticular do sigmoide perfurada, apendicite aguda e diverticulo de Meckel perfurado.
E
Colecistite aguda gangrenada e perfurada, neoplasia de cólon perfurado e pielonefrite aguda com fístula para cavidade abdominal.
A forma mais adequada para diagnóstico e terapêutica da cólica renal na gestação é:
Em paciente com 63 anos, menopausada há 10 anos, que nunca fez uso de terapia de reposição hormonal, foi evidenciado ao ultrassom mioma calcificado que comprime o ureter direito. A melhor conduta nesse caso é:
Em caso de criança com 2 anos de idade, apresentando quadro clínico de Kwashiorkor e lesões cutâneas infectadas nos membros inferiores, em consequência da deiscência da pele secundária ao edema, qual a melhor conduta?
J.F.S., paciente do sexo masculino, com 40 anos de idade, casado, desempregado, residente no bairro de Nova Descoberta (Recife – PE), consome bebida alcoólica de forma abusiva. Foi diagnosticado como um caso novo de tuberculose pulmonar. Quando estava no final do 3º mês com o Esquema I (2RHZ/4RH), abandonou o tratamento e só retornou ao Serviço de Saúde após 6 meses. O médico que o atendeu deve indicar um novo esquema de tratamento para tuberculose, recomendado pelo Ministério da Saúde, que, além de rifampicina, isoniazida e pirazinamida, inclua:
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