Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Hematologia

Paciente, sexo feminino, 18 anos de idade, com história de dor epigástrica, que migrou para fossa ilíaca direita há 24 horas, associado à febre, náuseas e vômitos. Rotina laboratorial mostrava leucocitose importante com desvio à esquerda e aumento das proteínas de fase aguda. Ultrassonografia do abdome total e tomografia axial com contraste do abdome foram inconclusivas. Submetida a videolaparoscopia diagnóstica, com achado de apendicite aguda fase I, procedida a videolaparoapendicectomia. O exame anatomopatológico do apêndice revelou neoplasia neuroendócrina com 0,8 centímetros e a imuno-histoquímica mostrou tumor carcinoide. A conduta oncológica correta é:

A
realizar colectomia direita com linfadenectomia à D2
B
realizar colectomia direita sem linfadenectomia
C
ampliar a margem cecal na inserção apendicular
D
expectar e manter acompanhamento clínico
E
iniciar quimioterapia com mesilato de imatinibe
Em relação a alimentação no primeiro ano de vida, podemos afirmar:
Criança de 5 anos de idade é atendida com quadro agudo de vômitos, cefaleia e febre. Ao exame, está sonolento e com rigidez de nuca. O exame do líquor: 600 células, sendo 90% de neutrófilos, proteínas de 80, glicose de 25mg%, bacterioscopia negativa. O diagnóstico mais provável é:
Das alternativas abaixo, qual o local mais comum de acometimento de metástase dos tumores colorretais:
Antonio Carlos, 35 anos, tem cirurgia eletiva programada devido a otoesclerose estapediana (estapedectomia). Mãe com diabetes tipo II e pai saudável. Exame físico: peso 91 kg, altura 1,80 m e circunferência abdominal 106 cm. PA 140 x 80 mmHg; PR 90 bpm. Aparelhos cardiovascular e respiratório sem alterações. Hérnia em região inguinocrural à direita, diagnosticada há cerca de 5 anos, assintomática. Exames: hemácias 4.980.000/mm³, Hb 15 g/dL, Ht 45,4%, leucócitos 5500/mm³, plaquetas 320.000/mm ³, TAP 100%, INR 1,0; glicemia 114 mg/dL, creatinina 1,3 mg/dL, (clearance creat 102 ml/min), ácido úrico 8,3 mg/dL, Na 140 mEq/l, K 4,7 mEq/l; triglicerídeos 160 mg/dL, HDL 35 mg/dL, LDL 136 mg/dL; microalbuminúria 100 mg/24h. Níveis elevados de ácido úrico estão associados a obesidade, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e diabetes. Um estudo, no qual 9.125 trabalhadores foram acompanhados por 23 anos, investigou a associação entre ácido úrico elevado e risco para doença coronariana. Os indivíduos com uricemia mais elevada tiveram risco maior de morrer por doença cardiovascular do que aqueles com ácido úrico mais baixo, sendo o risco relativo = 1,29 e IC 95% 1,05 - 1,58. Com relação à função renal, pode-se afirmar que:
Compartilhar