Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

Paciente sexo masculino, 10 anos de idade, procedente da zona rural. Apresenta queixa de febre, cefaleia e dor abdominal. Na história, destaca-se a ocorrência de um abscesso em couro cabeludo, há 30 dias, associado a febre. Após a ocorrência do fato, o paciente desenvolveu um quadro de persistência da febre e dor importante em HCD. O estado geral piorou, com leucocitose: 20000 com predomínio de polimorfonucleares (bastões: 10%, segmentados: 50%, linfócitos: 25%, eosinófilos: 15%) HT: 36, Hb: 11,6, TGO: 33,5, TGP: 34,7. O estudo, por imagem, de abdome mostrou fígado com dimensões limítrofes, múltiplas hipodensidades, em lobo direito, a maior delas em situação subcapsular, medindo 3,0 cm, em seu maior diâmetro. O diagnóstico mais provável, para o quadro descrito é:

A
hepatoblastoma.
B
abscessos hepáticos multifocais.
C
esquistossomose hepática.
D
hepatite pelo vírus A.
E
doença policística hepática.
Mulher, 30 anos de idade, G3P2A0, com 40 semanas de gestação, progrediu no trabalho de parto de 6 cm para 7 cm de dilatação cervical em 2 horas. Ao toque: ODP em plano 0 de DeLee, que persiste desde o início do trabalho de parto. A variedade de posição descrita refere à:
Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. O próximo passo, nesse caso, deve ser:
Lactente, dois anos de idade, negro, sexo masculino, natural de Salvador - BA. É internado com quadro de febre há 20 dias, dor em MMSS, com presença de hiperemia em 3° e 5° quirodáctilo D. Antecedentes de três internações no último mês, pelos mesmos sintomas. Portador de falcemia (SS), diagnosticada no teste de triagem neonatal. O Rx mostra lesão osteolítica no 3° e 5° quirodáctilo, com fratura patológica ao nível do 3º, a radiografia de tórax é normal:
Qual a hipótese diagnóstica mais provável e alterações morfológicas esperadas no hemograma de um adolescente de 14 anos que se queixa de cansaço, piora do rendimento escolar e se encontra com palidez cutâneo-mucosa?
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