Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Neurologia

Hematologia

Paciente submetido a lobectomia total tiroideana à direita com istmectomia por nódulo não captante. No pós-operatório imediato, apresentou edema e hematoma local. São considerações pertinentes à cirurgia tireoidiana e, no caso em questão:

A
observação cuidadosa, da função respiratória e, se necessário, entubação endotraqueal, curativo compressivo e encaminhamento para observação em U.T.I.
B
rever a hemostasia na sala cirúrgica, pois além do sangramento podem ter havido outras lesões acidentais locais.
C
se o hematoma se estabilizar devido à contensão da região cervical e não houver dificuldade respiratória, observar e monitorizar a função tireoidiana remanescente, pois o tipo de ressecção realizada pode levar ao hipotiroidismo e necessidade de reposição hormonal tireoidiana.
D
preocupação muito particular com a coagulação sanguínea e o uso de plasma fresco, além da necessidade do estudo de plaquetas e fibrinogênio.
E
manter o paciente em observação permanente e, se houver insuficiência respiratória, rever a hemostasia, mesmo porque, pode haver lesão do nervo recorrente, e a ablação eventual de paratireoides, no caso, não leva ao hipoparatiroidismo.
Criança de 7 dias de vida, nascida em domicílio com auxílio de parteira, é trazida ao hospital com tumefação em região inguinal direita. O exame clínico mostra uma hérnia inguinal direita facilmente redutível, sem sinais flogísticos e sem criptoquirdia concomitante. Pode-se afirmar:
Paciente politraumatizado apresenta na avaliação primária taquicardia, sem hipotensão. Podemos afirmar que:
Paciente dá entrada na UTI com quadro de dor abdominal intensa, irradiada para o dorso e síncope. Paciente apresenta-se hipertenso, taquicardico e pálido. À palpação abdominal há massa pulsátil evidente. Frente aos sinais clínicos podemos afirmar:
A protusão do divertículo de Meckel por um defeito na parede abdominal denomina-se hérnia de:
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