Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Neurologia

Hematologia

Paciente submetido a lobectomia total tiroideana à direita com istmectomia por nódulo não captante. No pós-operatório imediato, apresentou edema e hematoma local. São considerações pertinentes à cirurgia tireoidiana e, no caso em questão:

A
observação cuidadosa, da função respiratória e, se necessário, entubação endotraqueal, curativo compressivo e encaminhamento para observação em U.T.I.
B
rever a hemostasia na sala cirúrgica, pois além do sangramento podem ter havido outras lesões acidentais locais.
C
se o hematoma se estabilizar devido à contensão da região cervical e não houver dificuldade respiratória, observar e monitorizar a função tireoidiana remanescente, pois o tipo de ressecção realizada pode levar ao hipotiroidismo e necessidade de reposição hormonal tireoidiana.
D
preocupação muito particular com a coagulação sanguínea e o uso de plasma fresco, além da necessidade do estudo de plaquetas e fibrinogênio.
E
manter o paciente em observação permanente e, se houver insuficiência respiratória, rever a hemostasia, mesmo porque, pode haver lesão do nervo recorrente, e a ablação eventual de paratireoides, no caso, não leva ao hipoparatiroidismo.
Dá entrada na emergência um paciente com quadro de dispneia e febre, além de hipotensão arterial e sudorese fria. FC = 120 bpm, PA = 90 x 60 mmHg, Tax = 39°C, FR = 24 irpm. O hemograma revela 5.000 leucócitos/mm³, com 80% de granulócitos, sendo 30% de bastões. Na hematoscopia, são descritas anisocitose, poiquilocitose e corpúsculos de Howell-Jolly. O quadro infeccioso é causado, mais provavelmente, pelo seguinte microrganismo:
Homem de 35 anos procura seu clínico por quadro, iniciado três meses antes, de febre baixa vespertina, tosse seca, anorexia, perda ponderal e sudorese noturna. Seu exame físico revela presença de crepitações bibasais, sem broncoespasmo. Os exames laboratoriais mostram presença de eosinofilia (1.000 cel/mm³), com exame parasitológico de fezes e dosagem sérica de imunoglobulinas normais. A radiografia de tórax revela presença de infiltrado pulmonar periférico bilateral. Frente aos dados acima, a melhor opção terapêutica para o caso é prescrever:
Paciente de 32 anos, masculino, internado há 5 dias com dispneia por pneumonia da comunidade. Febre alta nos 2 primeiros dias e 1 pico de 38ºC há 48h. Atualmente: Consciente, frequência cardíaca de 76 por minuto, frequência respiratória de 18 por minuto, PA 110x60 mmHg, saturação 2 de 97% com ar ambiente e RX de tórax com infiltrado no 1/3 inferior do hemitórax esquerdo. Em situações como esta, qual seria a melhor conduta?
Doença de Chagas: diagnóstico e uso de Rochagan. Paciente masculino, 23 anos, há cinco dias com edema localizado, indolor, nas pálpebras e região periorbitária direita, seguido de adinamia e febre baixa. Residente em Palhano ­CE.Traz imunofluorescência indireta (IgG) reagente para Trypanosoma cruzi. Qual conduta mais adequada?
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