Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Paciente vítima de trauma contuso abdominal, deu entrada na sala de emergência pelo SAMU – Suporte Básico de Vida – com F.C.: 130 bpm, P.A.: 100 x 60 mmHg, F.R.: 20 ipm. A equipe de atendimento pré-hospitalar informa que foram pegos dois acessos venosos periféricos e infundido 1 000 mL de SRL durante o deslocamento. Durante o atendimento intra-hospitalar foram infundidos mais 1 000 mL da mesma solução cristalóide aquecidos a 39 ºC. Na reavaliação da etapa de reanimação, paciente apresentou F.C.: 140 bpm, P.A.: 90 x 40 mmHg, F.R.: 24 ipm. Pode-se afirmar que:

A
independemente da resposta que o doente apresentou ao volume inicial, deve-se infundir mais 2 000 mL de cristaloide e reavaliar o paciente antes de qualquer outra conduta.
B
o paciente apresenta estabilidade hemodinâmica, teve uma resposta rápida ao volume e a próxima conduta é a observação clínica com reavaliação seriada do abdome.
C
o paciente apresenta uma resposta transitória ao volume infundido e a tomografia de abdome é o melhor método para investigar o abdome deste paciente.
D
o paciente apresenta uma resposta nula ao volume infundido e como se trata de trauma abdominal contuso deve-se realizar US-FAST para orientar a conduta.
E
mesmo após o volume inicial infundido o paciente apresenta piora do estado hemodinâmico e tem indicação de laparotomia exploradora imediata.
Uma menina de 12 anos tem história de dor abdominal progressiva e retenção urinária há “alguns meses”. Está afebril e todos os sinais vitais são normais. Observa-se e palpa-se uma massa, que ocupa a pelve e o hipogástrio. É feita inicialmente a hipótese de “bexigoma”, sendo a criança submetida a cateterismo vesical, com saída de 700 mL de urina clara. No entanto, persiste a massa ocupando pelve e hipogástrio. Diagnóstico mais provável:
Em um paciente vítima de acidente automobilístico, é feito o diagnóstico de trauma pancreático grau III, revelado na tomografia computadorizada de abdome. A conduta correta a seguir deve ser:
A conduta atual para o paciente do caso anterior é:
Drª Rebeca recebe no seu ambulatório de pré-natal de alto risco a paciente Rosa, de 33 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico, com idade gestacional de 20 semanas, Gesta IV/0, III abortos espontâneos. Ela trouxe resultados de exames que revelaram a presença de anticorpos antiSSA/RO e antiSSB/LA. O feto de Rosa poderá apresentar as alterações de:
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