Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Para a definição de morte encefálica, os critérios abaixo são fundamentais:

A
Trauma crânio-encefálico grave, coma grau 3 na escala de coma de Glasgow há mais de 48 horas e teste de apneia positivo.
B
Coma grau 3 na escala de coma de Glasgow há mais de 72 horas, ausência de sinais de atividade cerebral e teste de apneia negativo.
C
Teste de apneia positivo com paCO2 maior que 45 mmHg, hipotensão com PAM < 40 mmHg há mais de 12 horas.
D
Coma de causa conhecida, ausência de sinais de atividade do tronco cerebral e teste de apneia positivo.
E
Coma grau 3 na escala de coma de Glasgow há mais de 48 horas, dependência de ventilação mecânica há pelo menos 48 horas e teste de apneia positivo.
Homem 32 anos, usuário de crack, chega ao pronto-socorro com quadro de odinofagia unilateral, prostração e febre não aferida há cinco dias. O exame da cavidade oral apresentava placas ulceronecróticas recobertas por exsudado pseudomembranoso em amígdalas, úvula e palato mole, associados a péssimas condições de saúde bucal e intensa halitose. Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Paciente do sexo masculino, 31 anos, com quadro de colesteatoma de orelha média à esquerda, procurou atendimento. Frente a esse caso, qual a melhor conduta?
Uma jovem de 18 anos é trazida ao pronto-socorro devido ao início súbito de dor torácica com irradiação atípica. Ela está agitada e chorando muito. Refere sensação de morte iminente. A pressão arterial é de 125 x 80 mmHg, a frequência cardíaca de 115 bpm e a frequência respiratória de 28 irpm, com uma saturação de 100% em ar ambiente. Foi realizado um eletrocardiograma que demonstrou taquicardia sinusal. Os familiares informam que este não é o primeiro episódio, tendo ocorrido cinco outros nos últimos dois meses, com investigação inconclusiva nas crises anteriores. Diante desse quadro, você orienta os familiares que, provavelmente, se trata de:
Homem de 55 anos com sobrepeso (IMC: 28,5 kg/m2) e quadro de resistência insulínica tratado com metformina, apresenta história de dor na parte posterior da coxa direita que se estende até a panturrilha, às vezes associada à sensação de entorpecimento da perna e hálux. À manobra de Laségue, apresenta dor com 30° de flexão. Assinale o diagnóstico mais provável baseado no conjunto de dados acima:
Compartilhar