Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Pneumologia

Dermatologia

Roberto, 40 anos, tem viagem planejada há um ano com sua família para Disneylândia no próximo mês. Embora assintomático, procura seu médico para se certificar de que está bem.Tabagista de 40 maços/ano. O exame físico é normal, mas a radiografia de tórax apresenta nódulo pulmonar, de margens circunscritas, medindo menos de 1 cm em seu maior diâmetro, calcificado, localizado em lobo superior direito. O mesmo exame, realizado há 6 meses em avaliação periódica no emprego, mostrava lesão com características idênticas. A citologia oncótica do escarro é negativa. A investigação de possível tuberculose em atividade:

A
não é necessária
B
é feita com cultura do escarro
C
é confirmada na presença de PPD>10mm
D
Baseia-se na pesquisa de BAAR em 3 amostras de escarro
Mulher, 23a, refere cardiopatia congênita diagnosticada na infância, porém sem acompanhamento médico. Apresenta dispneia aos pequenos esforços, anasarca e cianose apenas em membros inferiores. AS HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS SÃO:
Homem, 40a, vítima de acidente automobilístico há 30 minutos, foi trazido pelo SAMU à unidade de emergência. Exame físico: descorado 3+/4+, consciente, Glasgow = 15, PA = 70 x 40 mmHg, FC = 140 bpm. Abdome: dor à palpação profunda, sem irritação peritoneal. Bacia: dor à mobilização, com sinal de instabilidade. Exames complementares: Hb = 6 mg/dl, tomografia computadorizada: hematoma retroperitoneal e disjunção do anel pélvico com fratura fechada da diáfise do fêmur esquerdo. Após infusão de 2.000 ml de cristaloide: FC = 150 bpm e PA = 65 x 35 mmHg. ALÉM DA REPOSIÇÃO VOLÊMICA, A CONDUTA É:
Homem, 62a, tabagista e ex-etilista, apresenta disfonia progressiva e odinofagia há 6 meses. Exame físico: linfonodomegalia cervical nível III à esquerda. O DIAGNÓSTICO CLÍNICO, OS EXAMES DE ESTADIAMENTO E DE CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA SÃO:
Paciente do sexo feminino, 73 anos, comparece à consulta médica, informando que durante o último ano apresentou perda espontânea de 5 kg. Afirma que está inapetente e que observou dificuldade crescente para realizar atividades habituais como subir no ônibus ou levantar-se da cadeira. Relata grande fadiga. Nega humor deprimido ou anedonia. Ao exame físico, nota-se redução da força muscular, medida através da força de preensão palmar. A paciente afirma que passou por diversos médicos sem receber um diagnóstico preciso. Traz vários exames realizados que se mostraram normais. O diagnóstico mais provável para a paciente é:
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