Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Peri, 35 anos, é atendido pelo GSE em via pública, após acidente automobilístico. Está alcoolizado, apresenta trauma torácico, com desconforto respiratório e hipotensão (PA 90/60 mmHg), que responde a infusão de cristaloides; FC 100 bpm, FR 28 irpm. Submetido a cateterismo vesical que dá saída a 50 ml de urina sanguinolenta, à ultrassonografia abdominal que revela moderada quantidade de líquido livre na cavidade peritoneal; à radiografia de tórax com hipotransparência difusa em hemitórax esquerdo. Ao ser transportado para o Serviço de Radiodiagnóstico, Peri apresenta novo quadro de hipotensão. O lavado peritoneal é positivo para sangue. Submetido à laparotomia exploradora, observa-se presença de laceração esplênica linear em polo inferior do baço, medindo cerca de 4 cm de extensão e aproximadamente 4 cm de profundidade. A conduta é:

A
esplenectomia parcial.
B
esplenectomia.
C
rafia esplênica.
D
ligadura de artéria esplênica.
Menino de 16 anos chega à emergência com história de cefaleia e congestão nasal há 5 dias. No dia do atendimento evoluiu com edema do olho direito, cefaleia frontal à direita e vômitos. O exame físico revela paciente letárgico, mas despertável, proptose do olho direito e congestão nasal. A nuca está livre e não há outra alteração no exame físico. O exame a ser realizado nesse caso será:
Paciente de 34 anos vem ao pronto atendimento com história do aumento do testículo direito. Ao exame você percebe um nódulo endurecido local. O paciente refere que ainda não tem filhos. Qual a melhor conduta neste caso?
Em relação à convulsão febril na infância, é correto afirmar que:
No quadro clínico da oclusão arterial aguda temos:
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