Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Peri, 35 anos, é atendido pelo GSE em via pública, após acidente automobilístico. Está alcoolizado, apresenta trauma torácico, com desconforto respiratório e hipotensão (PA 90/60 mmHg), que responde a infusão de cristaloides; FC 100 bpm, FR 28 irpm. Submetido a cateterismo vesical que dá saída a 50 ml de urina sanguinolenta, à ultrassonografia abdominal que revela moderada quantidade de líquido livre na cavidade peritoneal; à radiografia de tórax com hipotransparência difusa em hemitórax esquerdo. Ao ser transportado para o Serviço de Radiodiagnóstico, Peri apresenta novo quadro de hipotensão. O lavado peritoneal é positivo para sangue. Submetido à laparotomia exploradora, observa-se presença de laceração esplênica linear em polo inferior do baço, medindo cerca de 4 cm de extensão e aproximadamente 4 cm de profundidade. A conduta é:

A
esplenectomia parcial.
B
esplenectomia.
C
rafia esplênica.
D
ligadura de artéria esplênica.
É uma característica dos tumores vesicais
Homem de 66 anos é atendido em Centro de Saúde, relatando uso de amoxicilina de modo irregular há duas semanas para tratamento de otite média aguda. Queixa-se de diminuição da acuidade auditiva e dor retroauricular. Ao exame físico, encontra-se febril e com eritema na referida região retroauricular. Assinale a alternativa ERRADA em relação à abordagem dessa afecção:
Um homem com 20 anos de idade chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), relatando que foi acordado durante a noite por fortes zumbidos no ouvido esquerdo. O paciente encontra-se bastante nervoso e agitado, dizendo a todo momento que o inseto está vivo, movimentando-se dentro do seu ouvido. Refere, ainda, que, antes de vir para a UPA, tentou retirar o mesmo com uma tampa de caneta, mas não obteve sucesso. Considerando essa situação, qual a conduta adequada nesse caso?
Uma mulher de 25 anos de idade chega ao hospital com quadro de dor abdominal difusa, principalmente em andar superior, e vômitos há três dias, com piora progressiva nas últimas 24 horas. Relata também frequentes episódios de dor abdominal após a alimentação nos últimos meses, com remissão espontânea. Refere uso de contraceptivo oral desde os 14 anos e nega outras comorbidades. Ao exame físico, não se encontram alterações, exceto a dor abdominal moderada em andar superior, sem dor à descompressão brusca. Foi realizada tomografia computadorizada com contraste venoso que mostrou distensão de estômago e duodeno, com inversão dos vaso mesentéricos superiores e ausência do processo uncinado do pâncreas. Com base na situação apresentada, o diagnóstico da paciente é:
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