Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Peri, 35 anos, é atendido pelo GSE em via pública, após acidente automobilístico. Está alcoolizado, apresenta trauma torácico, com desconforto respiratório e hipotensão (PA 90/60mmHg), que responde a infusão de cristaloides; FC 100 bpm, FR 28 irpm. Submetido a cateterismo vesical que dá saída a 50 ml de urina sanguinolenta, a ultrassonografia abdominal que revela moderada quantidade de líquido livre na cavidade peritoneal; radiografia de tórax com hipotransparência difusa em hemitórax esquerdo. Após dez dias de internação na UTI, como se mantinha dependente de ventilação mecânica, foi realizada traqueostomia. Doze horas após o procedimento,o alarme do respirador indica “baixa pressão”. O paciente está cianótico e há deslocamento da cânula de traqueostomia. Neste momento deve-se:

A
avançar a cânula e reinsuflar o balonete
B
retirar a cânula e introduzir outra de menor calibre pelo traqueóstomo
C
retirar cânula e proceder a intubação orotraqueal
D
ventilar manualmente enquanto se aguarda a revisão cirúrgica do orifício
Um senhor idoso de 88 anos, pedreiro aposentado, chegou ao pronto-socorro acompanhado por seus familiares. Segundo os cuidadores, o paciente apresentava discurso incoerente há 3 dias. Cochilava várias vezes por dia e quando acordado não parecia reconhecer onde estava. Em alguns momentos ficava agitado e dizia ver sombras que puxavam seus braços e pernas. Tais visões eram mais comuns no período noturno. Na avaliação inicial o paciente colaborou pouco. Não foi capaz de dizer o dia da semana e nem onde estava. Não foi capaz de soletrar a palavra MUNDO de trás para a frente (de forma inversa). Estava com as mucosas secas. Relatou dor no abdômen inferior à palpação. Notou-se tremores de extremidade em repouso e sinal da roda denteada positivo. A pressão arterial era de 90 x 58 mmHg e a frequência cardíaca de 72 bpm. A temperatura axilar era de 35,9 °C. A ausculta pulmonar não demonstrava ruídos adventícios e a ausculta cardíaca sopro sistólico 1+/4+ panfocal. Segundo os cuidadores, também era portador de insuficiência cardíaca congestiva e doença de Parkinson. Fazia uso de carvedilol e biperideno (este último introduzido há 7 dias). Levando em consideração o diagnóstico selecionado, quais as causas mais prováveis?
Quanto ao tratamento das dermatofitoses, assinale a alternativa INCORRETA.
Homem, 32 anos, em bom estado geral, apresenta obstrução da via biliar, para a qual é solicitada CPER. Quais bactérias devem ser profilaticamente cobertas e qual o antibiótico de escolha?
Constituem causas de oligodrâmnio:
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