Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Primigesta, com 35 semanas de gestação, chega ao pronto-socorro, em choque hipovolêmico, com quadro de coagulopatia e ausência de batimentos cardíacos fetais. Ao exame especular verifica-se discreto sangramento escuro. A hipótese diagnóstica clínica é:

A
rotura de vasa prévia.
B
descolamento prematuro de placenta.
C
placenta prévia.
D
rotura uterina espontânea.
E
síndrome do anticorpo antifosfolípide.
Em relação às infecções pós-operatórias pode-se afirmar que:
Uma criança de 2 anos de idade é levada a você porque se recusa a usar o braço direito. Há dor ao toque e ela não segura objetos com a mão esquerda. Negam trauma, mas recentemente a mãe puxou o seu braço quando ela se recusou a subir as escadas. A conduta a ser tomada no caso relatado na questão é:
Mulher de 25 anos, com diagnóstico de colelitíase sintomática foi internada com a programação de videocolecistectomia eletiva no Hospital Santa Rosa. É portadora de cardiopatia congênita e já foi submetida à colocação de prótese valvar. Você, como residente, no planejamento operatório dessa paciente, deve tomar como conduta:
Um paciente de 60 anos é portador de doença ulcerosa péptica gástrica de longa data. Já realizou mais de 15 endoscopias nos últimos 30 anos. Apresentou um episódio de hemorragia digestiva alta por úlcera gástrica há 02 anos. Há 20 dias realizou uma nova endoscopia que evidenciou uma nova úlcera pré-pilórica. A biópsia foi negativa para neoplasia e para a coloração de giemsa. Sua dosagem sérica de gastrina está normal. O paciente deseja realizar uma cirurgia com menor risco de recidiva. A melhor escolha do seu médico é:
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