Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Primigesta com evolução normal do trabalho de parto, durante o período expulsivo tem uma parada na progressão, com apresentação cefálica em occípito direita transversa e assinclitismo anterior, plano +2 De Lee e batimentos cardíacos fetais de 128 bpm. A melhor conduta é:

A
fórcipe Simpson.
B
fórcipe Kielland.
C
fórcipe de Marelli.
D
operação cesariana.
E
parto normal com manobra de klisteller.
O pediatra de plantão é chamado a uma da manhã ao leito de um garoto de sete anos com febre, há dois dias no hospital para tratamento e controle da dor de uma crise falciforme. A criança está letárgica, mas sem desconforto respiratório agudo. Os sinais vitais são temperatura de 39,7°C, pressão arterial 100/55 mmHg, frequência cardíaca de 100 bpm e frequência respiratória 17 ipm. A pele é quente e úmida, e as conjuntivas estão claras. Não há sopro. Ausculta pulmonar normal. Uma cicatriz cirúrgica recente e em boas condições é visível no quadrante superior esquerdo do abdome. O abdome é suave e indolor, sem massas. Hemograma de urgência: 33% de hematócrito, leucócitos totais de 16.000/mm³, e contagem de plaquetas 130.000/mm³. A hemocultura colhida neste momento é mais propensa a revelar, dentro de alguns dias, o seguinte organismo:
Paciente adolescente, masculino, apresenta há uma semana dor de garganta e febre. Evoluiu para quadro de pneumonia com derrame pleural e tromboflebite de veia jugular interna. Na hemocultura, apareceu Fusobacterium necrophorum. O quadro que esse paciente apresenta se denomina: (PEDIATRICS, 1995. 96: 354–6)
Em crianças portadoras de síndrome de Down pode-se afirmar que:
Um paciente em pós-operatório de aneurisma de aorta abdominal evolui com distensão abdominal, oligúria (volume urinário de 200 mL nas últimas 6 horas), esforço respiratório (FR = 33, SatO2 = 89%), taquicardia sinusal (FC = 120 bpm), e hipotensão arterial (PAM = 54 mmHg). A pressão intra-vesical é de 35 mmHg. A conduta apropriada é:
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