Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Neurologia

Neuropediatria

Quais as consequências mais frequentes das Convulsões Febris simples?

A
Risco moderado de desenvolver epilepsia.
B
Redução do desempenho intelectual no futuro.
C
Alterações costumeiramente reveladas por EEG.
D
Ausência de fenômenos neurológicos após a crise.
Paciente de 62 anos, hipertenso crônico e ex-tabagista, realiza atividade física regularmente, faz caminhadas durante uma hora 5 vezes por semana, é assintomático do ponto de vista cardiovascular, não apresenta outras doenças associadas, o exame físico é normal. O paciente é candidato a colectomia devido a tumor de sigmoide. Quais exames pré-operatórios devem ser solicitados?
Um paciente com Doença Arterial Obstrutiva Crônica será submetido a um by-pass aortofemoral direito. Em relação a esse procedimento, considerando a classificação das cirurgias em relação à contaminação e à profilaxia antimicrobiana recomendada, é CORRETO afirmar que trata-se de uma:
Um homem sadio, de 26 anos de idade, após retornar de viagem, apresenta faringite, cefaleia e febre. No dia seguinte surgem: dor torácica pleurítica na base do hemitórax direito, tosse produtiva com escarro ora claro, ora com hemoptoicos e dispneia. Atendido no pronto-socorro encontra-se taquipneico, o exame físico do tórax revela estertores na base direita e na região infraclavicular esquerda, além de roncos e sibilos esparsos bilaterais removíveis com a tosse; há macicez à percussão e FTV aumentado na base direita, o paciente se encontra febril, sudoreico e inquieto, a pressão arterial é 100 x 70 mmHg e há taquicardia com 110 bpm. A saturação periférica de oxigênio medida no oxímetro de pulso em ar ambiente é de 92% e o radiograma torácico revela opacidades alveolares com broncograma aéreo na metade inferior do pulmão direito e no terço superior esquerdo. Qual a melhor conduta a ser adotada no pronto-socorro?
Considere as seguintes situações de dissecção aguda da aorta tipo B: 1. Desobstrução de ramos viscerais, com ou sem uso de stents. 2. Fenestração endovascular na presença de isquemia grave de membro inferior. 3. Implante de stent na luz verdadeira, em dissecções não complicadas. 4. Implante de endoprótese recoberta, em paciente clinicamente instável, sem envolvimento abdominal. A terapia endovascular NÃO está justificada em consensos no(s) caso(s):
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