Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Nefrologia

Qual a MELHOR escolha, entre as drogas abaixo, para tratamento de paciente do sexo masculino, de 70 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica, insuficiência cardíaca (classe funcional III) e insuficiência renal crônica não dialítica (clearance de creatinina = 35 ml/min), que tem glicemias de jejum acima de 200 mg/dl, em três ocasiões distintas, já com dieta para diabético?

A
Metformina.
B
Clorpropamida.
C
Roziglitazona.
D
Glimepirida.
E
Insulina inalatória.
“Em 2003, registraram-se 2.448.288 óbitos nos EUA. Mais de 70% dessas mortes ocorreram em pessoas com mais de 65 anos. A epidemiologia da mortalidade é semelhante na maioria dos países desenvolvidos; as doenças cardiovasculares e o câncer são as causas predominantes, uma notável mudança desde 1900, ano em que as cardiopatias causaram 8% das mortes e o câncer respondeu por menos de 4%. Em 2003 a AIDS (SIDA) causou menos de 1% das mortes, embora continue a ser uma causa importante na faixa etária de 35 a 44 anos. Estima-se que nos países desenvolvidos cerca de 70% das mortes sejam precedidas de doença ou situação que tornam sensata a decisão de preparar-se para a morte em um futuro previsível. O câncer tem servido de paradigma da assistência terminal, mas não o único tipo de doença com fase terminal reconhecida e esperada. Como a insuficiência cardíaca, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), insuficiência hepática crônica, demência e muitos outros distúrbios têm fases terminais reconhecíveis, uma abordagem sistêmica da assistência terminal deve integrar todas as especialidades médicas. Em muitos pacientes o sofrimento produzido pela doença pode, independente do prognóstico, ser minorado pela assistência paliativa. Idealmente, a assistência paliativa deveria ser considerada parte integrante do cuidado global de todos os pacientes.” Sobre o tema da Assistência Paliativa e Terminal são feitas algumas afirmações. Marque V (verdadeiro) ou F (falso) nas sentenças abaixo: ( ) É fundamental para este tipo de assistência a abordagem por equipe multiprofissional (multidisciplinar), incluindo geralmente o tratamento sintomático e o controle da dor, a assistência espiritual e psicológica do paciente, bem como apoio aos familiares cuidadores durante a doença do paciente e no período de luto. ( ) Para garantir a qualidade da assistência paliativa e terminal, é fundamental manter o foco em quatro domínios: sintomas físicos; sintomas psicológicos; necessidades sociais (relações interpessoais, prestação de cuidados e preocupações econômicas); e necessidades existenciais e espirituais. ( ) A avaliação dos sintomas físicos e mentais deve seguir uma versão modificada da anamnese e do exame físico tradicionais, enfatizando os sintomas. As perguntas devem procurar esclarecer os sintomas e determinar a origem do sofrimento,avaliando o grau com que esses sintomas interferem na qualidade de vida do paciente. ( ) As intervenções para a dor devem ser adaptadas a cada indivíduo, com objetivo de prevenir a dor crônica e aliviar a dor emergente. Deve-se deixar analgésicos conforme necessário, sempre atentando para que os pacientes não desenvolvam dependência da medicação. ( ) Mais de 90% dos pacientes com doença em fase terminal experimentam fadiga ou fraqueza. Dentre as medicações que podem ser utilizadas para seu tratamento encontram-se: dexametasona, modafinila, L-carnitina e metilfenidato (este com resultados conflitantes). Assinale a letra que representa a sequência correta das respostas acima:
Em relação as cardiopatias congênitas, selecione a frase incorreta:
Qual é o parâmetro mais importante na avaliação pré-operatória da reserva funcional hepática?
Encontramos no período pós-operatório precoce a seguinte alteração endócrina metabólica:
Compartilhar