Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Qual item contém a sequência correta em termos de frequência de apresentação fetal?

A
Cefálica defletida > pélvica > transversa.
B
Transversa > pélvica > cefálicas.
C
Cefálica fletida > pélvica > transversa.
D
Cefálicas > transversa > pélvica.
E
Transversa > pélvica > cefálica fletida.
Paciente de 34 anos de idade, é atendido com quadro de dor abdominal em cólica localizada no hipocôndrio direito e epigástrio irradiada para dorso associada a náuseas, vômitos e febre de 38,3° C. Ao exame físico, apresenta-se com fácies de dor, levemente taquidispnéica com FC 100 bpm. No exame do abdome, observa-se discreta distensão abdominal, dor a palpação de hipocôndrio direito com sinal de Murphy presente. Qual diagnóstico mais provável desse paciente?
Uma escolar de 6 anos vem ao pronto-socorro com história de febre alta há 24 horas, odinofagia, vômitos e cefaleia. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com hiperemia de faringe e adenomegalia cervical. O pediatra prescreve amoxicilina e, após 24 horas, retorna com exantema maculopapular em tronco e face (exceto em região perioral). Apresenta, ainda, hipertrofia de amígdalas com placas esbranquiçadas e língua bastante hiperemiada e sabugosa. O diagnóstico mais provável é:
A síndrome de Down, trissomia do cromossomo 21, é considerada a anomalia cromossômica mais frequente nos seres humanos, sendo que a presença de defeitos cardíacos é destacada como umas das principais causas de morte. Podemos afirmar que a principal cardiopatia congênita encontrada em pacientes portadores da síndrome é:
L.A.M., 55 anos, solteira, professora de ensino médio, evangélica praticante, 1,50 m de altura, pesando cerca de 70 kg, foi levada ao consultório por duas irmãs. Essas alegam que, há mais de 10 anos, a irmã começou a “perceber” que alguns alunos e pessoas na rua ou mesmo familiares cochicham, fazem gestos, dando a entender que ela é homossexual. No início, as irmãs chegaram a questionar pessoas, condoendo-se do sofrimento de L.A.M., porém, após algum tempo, ficou claro que era tudo imaginação da paciente. Recentemente, a situação piorou, pois ela tem feito denúncias à delegacia e criado constrangimento para todos, muito embora continue absolutamente normal em todos os outros aspectos funcionais. Questionada, a paciente garante que é vítima inocente e que realmente muita gente tem feito sinais ou falado entre si, sendo ela o alvo desses comentários maldosos. A paciente afirma que jamais experimentou alucinações auditivas, apenas percebe os significados nos gestos dos outros. O quadro descrito é compatível com transtorno:
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