Questões na prática

Clínica Médica

Nefrologia

Quando comparamos a prostatectomia aberta (PA) com ressecção endoscópica da próstata RTU no tratamento da hiperplasia prostática benigna, podemos afirmar que:

A
A RTU tem durabilidade maior do que a PA.
B
A PA tem necessidade de retratamento menor do que a RTU.
C
A PA necessita de tempo de hospitalização menor do que a RTU.
D
A hiponatremia dilucional é mais comum na PA.
E
A hemorragia perioperatória é mais comum de ocorrer na RTU do que na PA.
No diagnóstico de carcinoma medular de tireoide, se faz por necessário afastar:
Fabiana, 14 anos, veio acompanhada com a mãe à consulta com seu médico de família. Fabiana queixa-se de “espinhas” e muito preocupada, pois ainda “não ficou menstruada e todas as amigas já ficaram”. Ao examinar Fabiana, o médico avaliou de acordo com a classificação de Tanner, que Fabiana se encontrava nos estádios M3, P3. Peso: 46Kg e Estatura: 1,55 m. Ao examinar Fabiana em posição ortostática, tronco ereto e face posterior do tronco para o examinador, percebeu discreta assimetria dos ombros e escápula direita proeminente. Ao solicitar que Fabiana realiza-se uma inclinação toracoabdominal no sentido anterior, verificou discreta assimetria na parede torácica. Fabiana não referiu dor lombar ou em qualquer ponto da coluna vertebral. O MFC solicitou RX da coluna (ântero-posterior e perfil) tendo como resultado: ângulo de Cobb igual a 10°. Qual a principal hipótese diagnóstica e conduta mais adequada?
Mulher de 43 anos, três filhos, Indice de Massa Corpórea (IMC) de 32,5 kg/m2 , se apresenta ao PS com quadro de dor abdominal de forte intensidade, acompanhada de vômitos e icterícia. Os exames iniciais mostram amilase sérica de 327 Us, TGO de 122, TGP de 120, GGT de 278, bilirrubinas totais de 4,5 mg a custa de bilirrubina direta. O U.S. mostra colelitíase com pequena dilatação intra-hepática e do hepatocolédoco. Avaliação do colédoco distal e pâncreas prejudicada. A conduta deve incluir:
Criança de três anos, previamente hígida, chega ao pronto atendimento pediátrico trazida pela mãe em crise convulsiva generalizada tônico-clônica, duração aproximada de sete minutos. Durante história clínica mãe refere que criança reclamava de dor de garganta com evolução de 01 dia e febre de 38°C, nega crises convulsivas prévias ou história familiar de epilepsia. Diante do caso, qual a conduta inicial indicada:
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