Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Endocrinologia

Recém-nascido de 2 semanas de vida, genitália ambígua, dá entrada no pronto-socorro com dificuldade alimentar, vômitos e letargia há uma semana. Ao exame: temperatura = 37ºC, frequência cardíaca = 170bpm, frequência respiratória = 60ipm, PA =56 x 30 mmHg, fontanela deprimida, olhos encovados, turgor pastoso e enchimento capilar de 4 segundos. Qual dos seguintes resultados laboratoriais é compatível com o paciente em questão?

A
pH = 7,20; PCO2 = 22mmHg; HCO3 = 8mEq/L; Na = 158mEq/L; K = 5,5mEq/L; Cl = 120mEq/L.
B
pH = 7,10; PCO2 = 60mmHg; HCO3 = 18mEq/L; Na = 132mEq/L; K = 5,5mEq/L; Cl = 92mEq/L.
C
pH = 7,5; PCO2 = 60mmHg; HCO3 = 50mEq/L; Na = 124mEq/L; K = 3,2mEq/L; Cl = 86mEq/L.
D
pH = 7,5; PCO2 = 22mmHg; HCO3 = 20mEq/L; Na = 142mEq/L; K = 3,2mEq/L; Cl = 100mEq/L.
E
pH = 7,0; PCO2 = 22mmHg; HCO3 = 5mEq/L; Na = 124mEq/L; K = 6,5mEq/L; Cl = 86mEq/L.
Paciente masculino de 55 anos, trabalhador em marmoraria desde os 15 anos, procurou o serviço de clínica médica com queixas de dispneia que se intensificou nos últimos 6 meses, associada à dor torácica pouco responsiva ao uso de anti-inflamatórios, astenia e emagrecimento. Ao exame físico apresentou: murmúrio vesicular abolido nos 2/3 inferiores do hemitórax esquerdo. Realizou radiografia de tórax que evidenciou derrame pleural volumoso sem desvio do mediastino. O médico atendeu o paciente e solicitou toracocentese diagnóstica e a análise do líquido pleural demonstrou:
Um residente de clínica médica se deparou com um paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica que apresentava pulso paradoxal. O pulso paradoxal se caracteriza por:
Paciente de 30 anos, com história súbita de febre, fadiga, anorexia, perda de peso, dispneia, poliartralgia, lacrimejamento e fotofobia. O exame físico mostra placas e nódulos profundos e dolorosos à palpação em membros inferiores, linfoadenomegalias cervical, axilares e inguinais. A dosagem de ECA está elevada. Seu RX de tórax revela adenopatia hilar bilateral. A suspeita diagnóstica é de:
O espasmo esofageano difuso e os distúrbios motores esofágicos são clinicamente indistinguíveis. Ambos manifestam-se por dor torácica e disfagia e o diagnóstico diferencial com outras entidades deverá priorizar:
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