Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

Cardiopediatria

Doenças Respiratórias

Recém-nascido pré-termo, sexo masculino, nascido de cesárea eletiva. Idade gestacional 36 semanas e 5 dias, pesando 2790 g, apresentando apgar de 8 e 9 no primeiro e quinto minuto, respectivamente. Logo após o nascimento, evoluiu com tiragem intercostal, gemência e dispneia, necessitando de oxigenioterapia. Realizado raio X de tórax, com presença de líquido nas fissuras interlobares, discreto aumento da área cardíaca e hiperaeração da trama broncovascular. Em relação ao Desconforto Respiratório, é correto afirmar:

A
Trata-se de Recém-Nascido Prematuro (RNPT) com síndrome do desconforto respiratório e que está indicada a reposição do surfactante por via endovenosa pela deficiência de surfactante endógeno.
B
O diagnóstico é Taquipneia transitória do RN. Em geral, é uma doença benigna, com resolução rápida. Admite-se que o retardo na absorção do líquido pulmonar resulta em maior quantidade de líquido no pulmão e redução da complacência pulmonar.
C
A Hipertensão Pulmonar Persistente é a hipótese mais provável.
D
A hipótese mais provável é Pneumonia por Streptococcus do grupo B, pois o raio X com líquido nas fissuras é compatível com este quadro.
E
Trata-se possivelmente de uma Cardiopatia Congênita Cianótica, cujo tratamento deve ser realizado com oxigenioterapia em altas doses.
Mulher de 58 anos, menopausa cirúrgica aos 48 anos por endometriose, fez uso de Terapia de Reposição Hormonal (TRH) por dois anos logo após a cirurgia. Atualmente, sem sintomas climatéricos, apresenta densitometria óssea de rotina com T-score de -2,68 desvios-padrão na coluna lombar. Faz caminhadas três vezes por semana, toma uma xícara de leite ao dia e come queijo regularmente. O diagnóstico e conduta são:
A gestação modifica o organismo materno e nele interfere, alterando bioquímica e anatomia de todos os aparelhos e sistemas. Dentre as afirmativas abaixo, assinale a única verdadeira.
Considerando o casal infértil não é verdadeiro afirmar que:
Um paciente com megaesôfago, com diâmetro radiológico inferior a 5 centímetros, foi submetido a tratamento por dilatação pneumática por 2 anos, ao fim dos quais se apresentava assintomático. Não compareceu mais às sessões de revisão e, 3 anos após a última consulta, retornou com queixas de disfagia, regurgitação e emagrecimento acentuado. O exame contrastado do esôfago mostrou dilatação esofagiana superior a 7 centímetros. O tratamento mais indicado para este paciente, no momento, é:
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