Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

RN com peso de nascimento de 2.200g, apgar de 7 e 9, mãe não fez pré-natal. Nas sorologias colhidas do RN, logo após o nascimento, observou-se o VDRL positivo (1/64), e o anti-HIV negativo. Qual seria a melhor conduta a esse RN?

A
Tratar com benzetacil 50 000 UI.IM, dose única e acompanhar no ambulatório com sorologia seriada (VDRL).
B
Considerar que a sorologia do RN é um falso positivo e não tem necessidade de tratamento.
C
Colher sorologia da mãe e repetir a do RN e, confirmado a sorologia positiva da mãe e RN, tratar com penicilina procaína IM, por 7 dias.
D
Colher sorologia da mãe e, confirmado VDRL positivo, tratar o RN com eritromicina, por 7 dias.
E
Colher sorologia da mãe e do RN, solicitar líquor (LCR), hemograma e raio-x de ossos longos e já iniciar tratamento com penicilina cristalina EV.
Dorival, 68 anos, em pré-operatório de carcinoma bem diferenciado localizado no colo esquerdo. História de colonoscopia há dez anos, com remoção de pólipo de 1 cm de diâmetro. Seu irmão mais velho foi operado de câncer no colo aos 80 anos. Tem história prévia de trombose venosa profunda fêmoro-poplítea direita há 10 anos após fratura de ossos de perna e imobilização com aparelho gessado. O ecodoppler venoso recente mostra total recanalização do sistema venoso profundo direito, com discreto refluxo na veia femoral superficial. A heparina de baixo peso molecular devera ser utilizada em dose:
Peri, 35 anos, é atendido pelo GSE em via pública, após acidente automobilístico. Está alcoolizado, apresenta trauma torácico, com desconforto respiratório e hipotensão (PA 90/60 mmHg), que responde a infusão de cristaloides; FC 100 bpm, FR 28 irpm. Submetido a cateterismo vesical que dá saída a 50 ml de urina sanguinolenta, à ultrassonografia abdominal que revela moderada quantidade de líquido livre na cavidade peritoneal; à radiografia de tórax com hipotransparência difusa em hemitórax esquerdo. O procedimento a ser realizado no tórax é:
Peri, 35 anos, é atendido pelo GSE em via pública, após acidente automobilístico. Está alcoolizado, apresenta trauma torácico, com desconforto respiratório e hipotensão (PA 90/60mmHg), que responde a infusão de cristaloides; FC 100 bpm, FR 28 irpm. Submetido a cateterismo vesical que dá saída a 50 ml de urina sanguinolenta, a ultrassonografia abdominal que revela moderada quantidade de líquido livre na cavidade peritoneal; radiografia de tórax com hipotransparência difusa em hemitórax esquerdo. Após dez dias de internação na UTI, como se mantinha dependente de ventilação mecânica, foi realizada traqueostomia. Doze horas após o procedimento,o alarme do respirador indica “baixa pressão”. O paciente está cianótico e há deslocamento da cânula de traqueostomia. Neste momento deve-se:
Danilo, 3 anos, atendido há um mês com dor abdominal e vômitos e liberado com medicação sintomática. Os sintomas se mantiveram de forma intermitente. Há 8 horas sofreu queda da própria altura na creche e, ao chegar em casa, queixa-se de dor abdominal e apresenta urina avermelhada, retornando ao médico com sua mãe, Gilda. Exame físico: atitude antálgica, com reflexão de tronco sobre abdome, FC 100 bpm, FR 30 irpm, Tax 36,2°C, PA 100 x 60 mmHg, peso 14 kg; palidez cutaneomucosa (==/4), hidratado, anictérico, acianótico; abdome globoso, doloroso à palpação superficial e profunda, massa palpável em flanco esquerdo, com aproximadamente 5x8 cm, lisa e firme; punho-percussão negativa, genitália normal, discretas equimoses em regiões pré-tibiais, ausência de edemas. Exames laboratoriais: Ht 25%, Hb 8,6 mg/dl, plaquetas 318.000/mm³, leucócitos totais 9.200/mm³, eosinófilos 5%, bastões 1%, neutrófilos 52%, linfócitos 39%, monócitos 3%. Urina: cor avermelhada, pH 7,0, proteína negativa, 20 a 30 hemácias por campo, 4 a 6 piócitos por campo, raros cilindros hemáticos, nitrito negativo. As principais hipóteses diagnósticas para o sistema urinário são:
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