Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

São achados ecográficos que corroboram o diagnóstico de apendicite aguda, EXCETO:

A
apêndice distendido com diâmetro superior a 6 mm.
B
presença de fecalito no interior do apêndice.
C
dor à descompressão brusca pelo transdutor do aparelho.
D
incapacidade de visualização do órgão.
E
presença de massa periapendicular.
Menino de 04 anos deu entrada na emergência com história de 05 dias de febre baixa, diarreia semipastosa poucas vezes ao dia, dor torácica, taquicardia e taquipneia. Eletrocardiograma com baixa voltagem. No exame físico foi observado turgência jugular, pulso paradoxal e ritmo de galope. O Raio X de tórax mostrava aumento da área cardíaca e da trama pulmonar com linhas de Kerley. Nega outros sintomas. O diagnóstico é:
Neonatologista recebeu na sala de parto, um bebê filho de mãe com pré-eclampsia grave, hipotônico e cianótico. Colocou-o sob uma fonte de calor radiante, enxugando-o, assegurou-lhe a permeabilidade das vias aéreas e continuou a reanimação neonatal. Com 1 minuto obteve: Frequência cardíaca = menor que 100 bpm, Movimento respiratório = ausente, Tonus = alguma flexão, Reflexos = ausente e Cor = Azul-pálida. No 5º minuto: Frequência Cardíaca = maior que 100 bpm, Movimento Respiratório = irregular, Tonus = Alguma flexão, Reflexos = choro forte, Cor = Rósea. O Apgar foi:
Criança de 05 anos é atendida com história de prurido nas mãos, acompanhado de ‘’bolinhas’’ que se rompem e algumas às vezes infectam. Já usou diversos medicamentos tópicos. Há períodos de melhora, entremeados com recidiva. Ao exame local: lesões vesículosas em palmas das mãos e plantas dos pés, isoladas ou agrupadas, algumas com conteúdo claro, outras de coloração turva. Lesões descamativas também nos mesmos locais. Qual o diagnóstico provável?
Responda às próximas duas perguntas baseados neste caso clínico e de acordo com as IV Diretrizes Brasileiras para Manejo da Asma. A mãe de uma menina de dois anos de idade relata na consulta pediátrica de rotina que sua filha “vive gripada”. Refere que a criança apresenta quadros repetidos de coriza, obstrução nasal e espirros. Praticamente toda semana precisa utilizar nebulização com beta 2 agonista para alívio de tosse e “cansaço”. Estes quadros ocorrem há cerca de um ano e melhora rápido quando nebuliza. No momento a criança está bem, sem queixas e no exame físico o pediatra observa lesões compatíveis com dermatite atópica. A mãe é asmática, mas não faz uso de medicação profilática: o pai fuma em casa. O diagnóstico do pediatra foi asma. Quais critérios (maiores e menores) deste caso que justifiquem este diagnóstico, considerando a idade da criança?
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