Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

São dores pélvicas de causas não ginecológicas, EXCETO: Referência: ROTINAS EM GINECOLOGIA Fernando Freitas e cols. - Dor pélvica crônica.

A
Uretrotrigonite crônica.
B
Enterite de Crohn .
C
Síndrome de Allen-Masters.
D
Espondilolistese.
E
Depressão.
Menino, 3 anos de idade, encaminhado da unidade básica de saúde para avaliação de tumor abdominal. A mãe afirma ter notado a presença desta alteração durante o banho na última semana. Refere que seu filho era previamente hígido e sem comorbidades, com exceção de episódios de febre baixa (38C), recorrente nos últimos 15 dias. Ao exame físico, nota-se criança em bom estado geral, eupneica, hidratada, hemodinamicamente normal; abdome com abaulamento em flanco esquerdo, relacionado à tumoração abdominal endurecida, pouco móvel, indolor, localizada a aproximadamente 8 cm do rebordo costal esquerdo. A Radiografia de abdome realizada na origem observa-se presença de imagem volumosa radiopaca, com efeito de massa em flanco esquerdo, deslocando alças intestinais para a direita e ausência de sinais radiológicos sugestivos de obstrução intestinal. Considerando a investigação do tumor abdominal na infância, qual é o primeiro exame de imagem a ser realizado e o diagnóstico mais provável para o caso clínico descrito?
Um paciente em pós-operatório de aneurisma de aorta abdominal evolui com distensão abdominal, oligúria (volume urinário de 200 mL nas últimas 6 horas), esforço respiratório (FR = 33, SatO2 = 89%), taquicardia sinusal (FC = 120 bpm), e hipotensão arterial (PAM = 54 mmHg). A pressão intra-vesical é de 35 mmHg. A conduta apropriada é:
Homem, 56a, refere queixa de secreção nasal purulenta continua há 6 meses, com dor recente entre os olhos com reflexo para a região occipital há 1 mês. Realizou tratamento com vários antibióticos para sinusite durante o último ano. Antecedente pessoal: nega uso de outros medicamentos, tabagismo e etilismo; trabalha em fábrica familiar de móveis há 30 anos. Tomografia de seios da face: (Conforme imagem do caderno de questões). É PROVÁVEL QUE O PACIENTE:
Paciente, 65 anos, encontra-se no pós-operatório de resseção de um tumor de língua, com glossectomia e traqueostomia no terceiro anel traqueal. O paciente é despertado em sala e encaminhado à recuperação pós-anestésica, sob nebulização na traqueostomia, sem drogas vasoativas e estável hemodinamicamente. Após 4 horas do procedimento, você é chamado para reavaliar o paciente na recuperação pós-anestésica, dado que ele apresenta sangramento ao redor da cânula de traqueostomia, sem instabilidade hemodinâmica. Qual é a conduta mais adequada neste momento?
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