Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia Geral

Sobre a drenagem percutânea dos abscessos intra-abdominais, é correto afirmar, exceto:

A
Entre as vantagens da abordagem percutânea, quando comparada com a abordagem cirúrgica clássica, podemos incluir: o menor custo, a possibilidade de ser realizada com anestesia local e apresentar menor índice de complicações
B
Para realização do procedimento é necessário uma rota completamente livre entre a pele e a coleção, um cirurgião experiente e uma coleção bem delimitada
C
A ultrassonografia e a tomografia computadorizada são fundamentais na localização exata das coleções, aumentando o índice de sucesso dos procedimentos de drenagem
D
Estudos recentes têm demonstrado que a drenagem percutânea apresenta resultado final superior ao obtido pela drenagem cirúrgica, principalmente diminuindo o tempo de permanência hospitalar
E
A irrigação dos cateteres de drenagem, após o seu posicionamento, assegura que os mesmos se mantenham pérvios, evitando sua obstrução e permitindo funcionamento adequado
Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2mg/dl, direta 0,7mg/gl, indireta 0,5 mg/dl; EAS normal. A conduta diante desta complicação é:
Milton, 1 mês e 25 dias de idade, apresenta, há 24 horas, leve coriza hialina, tosse discreta, fezes líquidas amareladas (cerca de sete evacuações), febre alta que cede com paracetamol e reaparece algumas horas depois. Hoje teve várias “crises” de choro forte e está “um pouco diferente”. Recebe leite materno e fórmula láctea industrializada desde 28 dias de idade. Exame físico: peso 4.900 g, T.ax 39,1ºC, FC 144 bpm, FR 40 irpm; alterna períodos de choro intenso com apatia, irritável ao manuseio, hipertonia muscular difusa, fontanela plana levemente deprimida, elasticidade cutânea e turgor discretamente reduzidos, ausência de lágrimas, sede exacerbada, pulsos amplos e acelerados, extremidades acianóticas, ausculta cardiopulmonar, abdome e membros inferiores sem alterações. As duas principais hipóteses diagnósticas são:
João, 58 anos, natural de Minas Gerais, hipertenso há 20 anos, chega à Emergência com dor abdominal aguda seguida por distensão e vômitos fecaloides, há 24 horas. História de cirurgia para apendicite aguda há 24 anos e doença diverticular. Exame físico: T ax 36.5°C, PA 90 X 60 mmHg, FC 108 bpm, FR 28irpm. Exames laboratoriais iniciais hematócrito 45%, leucócitos 10.000/mm³, creatinina 1,6mg/dl, ureia 78mg/dl, K 4,9mEq/I, Na 140mEq/I. As alterações hemodinâmicas se devem a:
João evolui com instabilidade hemodinâmica e oligoanúria. A creatinina sérica é 5,8 mg/dl e tem 54000 plaquetas/mm³. A radiografia de tórax mostra infiltrado pulmonar bilateral. Entubado, com saída de sangue vivo pelo tubo e colocado em assistência ventilatória. A seguir, apresenta parada cardíaca e o monitor mostra fibrilação ventricular. Foi iniciado protocolo atual de reanimação cardiorrespiratória. O ritmo cardíaco foi refratário a duas tentativas de desfibrilação. Neste momento a conduta é administrar:
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