Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Pneumologia

Sobre a utilização da ecografia torácica no manejo das efusões pleurais parapneumônicas em pacientes pediátricos, podemos considerar como limitação(ões) intrínseca (s) do método diagnóstico:

A
a utilização em situações radiológicas de hemitórax opaco, visto que, na presença de grandes quantidades de líquido, perde a capacidade de discernimento entre líquido e parênquima pulmonar.
B
a impossibilidade de detecção de septos ou trabéculas, o que dificulta o estabelecimento de condutas cirúrgicas embasadas exclusivamente pelo método.
C
as dificuldades em detectar diferenças entre as densidades da fase exsudativa (fase I) e da fase de organização (fase III).
D
a utilização como ferramenta de orientação para procedimentos, visto que a presença de líquido no espaço pleural modifica significativamente a anatomia das estruturas torácicas.
E
a dificuldade em se realizar o procedimento, visto que, apesar de ser considerado não invasivo e não agregar radiação, exige a necessidade de anestesia geral em muitos pacientes pediátricos.
Maria, 3 meses, vem ao ambulatório com história de regurgitação, caracterizada por cerca de 4 episódios ao dia, desde o primeiro mês de vida. Não há associação com tosse ou apneia. O peso e desenvolvimento estão adequados. Qual das condutas abaixo não é apropriada para o caso?
Sobre os adenocarcinomas gástricos, é CORRETO afirmar:
Em crianças portadoras de síndrome de Down pode-se afirmar que:
Na avaliação de um paciente com rebaixamento do nível de consciência, a identificação de hemorragia sub-hialoide no exame do fundo de olho sugere como diagnóstico:
Compartilhar