Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

Doenças Respiratórias

Sobre distúrbios respiratórios do período neonatal, está INCORRETO afirmar que:

A
o quadro clínico da doença respiratória neonatal é o mesmo, independentemente da etiologia. Para diagnóstico etiológico correto, são necessários história da gestação e do parto, dados do nascimento do recém-nascido (RN) e exame radiológico do tórax.
B
o achado radiológico típico de doença da membrana hialina consiste na presença de micronodulações em padrão de vidro moído, disseminadas pelos pulmões e broncograma aéreo.
C
o surfactante tem sido usado no tratamento de doença da membrana hialina. Quanto mais precoce for o uso do surfactante exógeno, melhor será a resposta.
D
a taquipneia transitória do RN diferencia-se da doença da membrana hialina por iniciar logo após o nascimento e pela necessidade de oxigênio inspirado não ultrapassar a 50%.
E
a gasometria arterial é importante para auxílio no diagnóstico da síndrome de aspiração de mecônio, pois a hipoxemia e a acidose graves indicam hipertensão pulmonar.
Um paciente de 55 anos, no 8º dia de internamento, em uso de heparina não fracionada, apresenta contagem de plaquetas de 55.000/mm³. Apresenta exame físico sem anormalidades, e laboratorialmente as funções hepática e renal eram normais. Qual é o DIAGNÓSTICO MAIS PROVÁVEL e a COMPLICAÇÃO MAIS FREQUENTE para este caso?
Paciente apresenta os seguintes exames: K= 8,3 e eletrocardiograma mostrando ondas T pontiagudas e simétricas em todas as derivações. A primeira medida terapêutica a ser adotada é: Referência: GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil - Tratado de Medicina Interna - 21ª Edição.
São critérios diagnósticos (de Duke) para Endocardite Infecciosa, EXCETO: Referência: SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA - Tratado de Pediatria -2007.
Analise os conceitos abaixo sobre luxações e imobilização de fraturas e assinale aquele (s) que se apresenta (m) em desacordo com o tratamento ideal? I - O edema é um fenômeno normal após traumatismos e pode levar ao comprometimento da circulação da extremidade se a imobilização for inadequada ou excessivamente compressiva. II - Antes da aplicação de qualquer imobilização, gessada ou não, devem ser avaliadas as condições de pele, os edemas e as manobras a serem efetuadas, pois o tipo de imobilização escolhido, a posição e as moldagens devem ser programadas em função dessas condições. III - Após a imobilização, o paciente e seus familiares precisam ser informados dos riscos e dos cuidados a serem tomados, e, caso apareçam sinais compressivos de dor, cianose, isquemia e alterações da sensibilidade, o paciente deve ser observado em casa e somente retornar ao hospital caso esses sintomas permanecerem por, no mínimo, seis horas. IV - A luxação de cotovelo é uma lesão que ocorre com mais freqüência em indivíduos jovens e se apresenta com um diagnóstico fácil através da história clínica e com auxílio do RX. O seu objetivo de tratamento visa uma imobilização primária com tala gessada, seguida de observação por 24 horas, e redução no centro cirúrgico após a diminuição do edema. Referência: COHEN, M.; MATTAR JR, R.; JESUS-GARCIA FILHO, R. e colaboradores - Tratado de Ortopedia, Editora Roca, 2007.
Compartilhar