Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Cirurgia Geral

Sobre o atendimento inicial ao paciente politraumatizado, é correto afirmar : I. O colar cervical não pode ser retirado em hipótese alguma enquanto não se houver descartado em definitivo a possibilidade de lesão de coluna cervical, devendo-se inclusive intubar o paciente sem removê-lo. II. Contra-indicação absoluta à intubação naso-traqueal é a apnéia (ausência de ventilação espontânea). III. As radiografias panorâmica de bacia, de coluna cervical (em 2 incidências pelo menos) e de tórax em AP devem ser obrigatoriamente realizadas em todo paciente politraumatizado, mesmo naqueles sem queixas. IV. O paciente politraumatizado vítima de traumatismo crânio-encefálico pode ser sedado para ser intubado, podendo-se utilizar midazolan, fentanil e até mesmo bloqueadores neuro-musculares como a succinilcolina. V. Paciente politraumatizado, após queda de andaime de 6 metros de altura, dá entrada no serviço de emergência com dor abdominal em flanco esquerdo, frequência cardíaca de 115 bpm, pressão arterial de 110 x 80 mmHg, ansioso e com frequência respiratória de 25 irpm. Encontra-se portanto em choque, sendo de causa hemorrágica até prova em contrário. VI. Hemoderivados devem ser prescritos em pacientes em choque hemorrágico sempre que houver uma resposta transitória após infusão de 2 + 2 litros de cristalóides rapidamente, ou quando não houver nenhuma resposta após infusão de 2 litros de cristalóides, sendo o sangue tipo O indicado naqueles pacientes com hemorragia grave, na ausência de sangue tipo específico ou no uso emergencial. Apenas em meninas e mulheres em idade fértil deve-se preocupar em administrar o tipo O - .

A
Se somente I, III e VI estiverem corretas.
B
Se somente I, II e III estiverem corretas.
C
Se somente II, IV, V e VI estiverem corretas.
D
Se somente I, II, IV, V e VI estiverem corretas.
E
Se somente I e III estiverem corretas.
Paciente de 55 anos, feminino, relata para o médico da Unidade de Saúde da área de abrangência de sua residência que há mais de 02 meses tem apresentado crises de vertigem rotatória de curta duração e forte intensidade, desencadeados a partir de movimentos rápidos da cabeça. Apresenta receitas do serviço de pronto atendimento com prescrições de bloqueadores de canal de cálcio, antieméticos e ansiolíticos, com a queixa de recorrência das crises mesmo com o uso dos medicamentos. Ao realizar a manobra de Dix-Hallpike (promoção de brusco e rápido movimento de deitar da cabeça), o médico de família estabelece o diagnóstico de:
Dados disponíveis mostram que a sífilis congênita continua sendo um grande problema de saúde pública, no Brasil é de notificação obrigatória desde 1986. A sífilis congênita pode ser transmitida ao concepto em qualquer fase da gravidez. Pode ser classificada conforme a idade de apresentação clínica em precoce e tardia. Podemos afirmar que as manifestações clínicas mais frequentes encontradas na forma tardia são:
Criança de 8 anos vem acompanhada pelos pais para avaliação. Tanto os pais quanto professor da escola relata que o mesmo é desatento, hiperativo e impulsivo. Quanto ao quadro acima referido é correto afirmar:
Mãe de paciente de 6 anos, masculino, procurou o otorrinolaringologista, encaminhada pelo pediatra, queixando-se que no último ano a criança vinha apresentando dificuldade de concentração na escola e queda do rendimento escolar. Tinha história ainda de roncos noturnos, respiração bucal de suplência e episódios de pausas respiratórias frequentes, durante o sono. Ao exame físico: fácies de respirador bucal. Otoscopia: OD = OE. Membrana timpânica opaca, retraída, com nível líquido e bolhas hidroaéreas. Tonsilas palatinas grau III. Exames complementares: Polissonografia: IAH: 10 eventos/h, SaO? mínima: 85%. Audiometria tonal: perda de audição condutiva bilateral, com diferença aereo-óssea média de 25 dB. Videonasofibroscopia: tonsila faríngea ocluindo 90% das coanas. Assinale a melhor conduta para o caso.
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