Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

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Neurologia

Sr. Antônio, 62 anos, com febre diária indicada há um mês e dor em primeiro pododáctilo direito. É portador de prótese metálica mitral há 15 anos e tem fibrilação atrial crônica. Faz uso de anticoagulante oral. Vinha em classe funcional II da NYHA, tendo sofrido AVE hemorrágico há 4 meses. Sinais vitais: Tax - 38°C; PA - 120/80 mmHg; FC - 100 bpm. Exame físico: bom estado geral, palidez cutânea, eupneico, exame neurológico, pulso carotídeo e pressão venosa normais. RCR 2T. Sopro holossistólico 2++/6+ em ponta; ausculta pulmonar normal, presença de eritrocianose em primeiro pododáctilo. Ecocardiograma evidencia múltiplas imagens aditivas filamentares aderidas ao anel da prótese mitral e regurgitação paraprotética grave, aumento atrial esquerdo, leve aumento do VE, com função sistólica preservada e pressão sistólica na artéria pulmonar de 58 mmHg. O procedimento adequado, além de colheita de hemoculturas é:

A
anfotericina B e gentamicina, suspender anticoagulação e considerar cirurgia de troca valvar.
B
vancomicina e gentamicina, manter anticoagulação e indicar cirurgia de troca valvar.
C
penicilina, rifampicina, manter anticoagulação e acompanhamento com ecocardiograma sequenciais.
D
ampicilina e gentamicina, suspender anticoagulação e usar vasodilatadores periféricos.
E
anfotericina B e oxacilina, manter anticoagulação e realizar cateterismo cardíaco.
BSC, de 65 anos, sexo masculino, tem quadro arrastado (seis meses) de alteração da força muscular, que iniciou na perna esquerda, com dificuldades de levantar o pé e, após três meses, a outra perna também estava fraca. Há um mês, os sintomas pioraram, aparecendo fraqueza do braço esquerdo e alteração da voz. Ao exame, notam-se atrofia muscular, sensibilidade normal, hiperreflexia global a fasciculação. O diagnóstico do quadro descrito é:
O diagnóstico de transtorno de personalidade baseia-se, fundamentalmente:
Paciente com 32 semanas de gestação sofreu acidente de automóvel. Estava dirigindo a 60 km/h, vinha utilizando cinto de segurança e não sofreu lesões externas. Foi atendida no pronto-socorro, onde recebeu atendimento adequado e liberada após seis horas de observação sem qualquer lesão constatada. Dois dias após, chega à maternidade com contrações uterinas regulares (2 a cada 10 minutos) e cardiotocografia reativa. Qual o diagnóstico provável?
Mulher, 29 anos, preta, assintomática, apresenta, em radiograma de tórax realizado para admissão no trabalho, linfoadenomegalias nas regiões hilares e paratraqueais, bilateralmente. Hemograma normal. Mantoux não reator. Ao exame físico, não apresenta linfonodos palpáveis. Qual é a principal suspeita diagnóstica?
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