Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Tercigesta, 39 anos de idade, inicia o pré-natal na 28ª semana, referindo palpitações aos grandes esforços. O exame físico revela pressão arterial = 110 x 60 mmHg, pulso = 78 batimentos/min., hiperfonese de primeira bulha e sopro mesosistólico (2+/6+) em foco pulmonar. Esse quadro é compatível com:

A
arritmia supraventricular intermitente.
B
estenose valvar pulmonar.
C
insuficiência valvar tricúspide.
D
insuficiência valvar pulmonar.
E
alterações funcionais da gestação.
Lactente de 11 meses portador de atresia de vias biliares interna para realização de transplante intervivos no dia seguinte. A mãe conta que a criança apresentou febre há 1 dia e no dia da internação, irritabilidade, além de discreto aumento do volume abdominal. Ao exame físico apresenta-se ativa, ictérica, com ascite volumosa, ausculta pulmonar limpa. A conduta recomendada neste momento é:
Homem de 36 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (colisão entre dois automóveis de passeio). Chega ao pronto-socorro de um hospital terciário imobilizado por colar cervical e com vias aéreas protegidas. No exame clínico, está hermodinamicamente estável. Pontuação na Escala de Coma de Glasgow: 15; Apresenta dor à palpação de flanco esquerdo. O resultado do FAST na sala de emergência é negativo. A tomografia computadorizada de abdome e pelve evidenciou volumoso hematoma peri-renal à esquerda e extravasamento de contraste na fase arterial. Qual é a conduta para o caso?
A terapia por pressão negativa (também conhecida como terapia com curativo a vácuo) trouxe um grande avanço no tratamento de feridas complexas. Qual dos pacientes abaixo apresenta uma contraindicação ao uso da terapia por pressão negativa?
Em consulta no ambulatório de cirurgia pediátrica a mãe refere que seu filho de 18 meses não apresenta o testículo esquerdo na bolsa escrotal desde o nascimento. Ao exame físico: testículo direito tópico e normotrófico, bolsa escrotal esquerda vazia e o testículo esquerdo não palpável na região inguinal. Qual o próximo passo a ser seguido?
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