Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Tereza, 19 anos, primigesta, inicia pré-natal na 25ª semana de gestação. Faz exames: grupo sanguíneo O Rh negativo, Du negativo, Coombs indireto: 1:16. Relata febre, astenia e discreto exantema generalizado em torno da 10ª semana de gestação, que involuíram espontaneamente. Não procurou atendimento médico à época. Como Tereza iniciou o pré-natal tardiamente, perdeu-se a oportunidade de realizar ultrassonografia transvaginal para avaliação de marcadores não invasivos biofísicos de doenças cromossomiais do feto. Com 35 semanas de gravidez procura o médico com cefaleia escotomas e PA 150x100 mmHg. A melhor conduta é fazer sulfato de magnésio é:

A
aguardar o trabalho de parto espontâneo, de acordo com a vitalidade fetal
B
corticoterapia e cesárea após 24 horas, de acordo com as condições obstétricas.
C
aguardar o trabalho de parto espontâneo, de acordo com a ultrassonografia
D
indução do parto ou cesárea, de acordo com as condições maternas
Paciente de 59 anos, masculino, com aumento do volume abdominal procura pela primeira vez atendimento médico. Apresenta aumento lento e progressivo do volume abdominal há dois meses, associado à fadiga. Ao exame físico, o paciente encontra-se emagrecido, ictérico +/4, com aumento do volume abdominal e sinal de Piparotte positivo. Em relação à ascite que ocorre nesse caso, está INCORRETO afirmar que:
Das condições a seguir, qual apresenta risco mais baixo como predisponente para endocardite infecciosa?
Homem, 32 anos, em bom estado geral, apresenta obstrução da via biliar, para a qual é solicitada CPER. Quais bactérias devem ser profilaticamente cobertas e qual o antibiótico de escolha?
Homem, 62 anos, tratou neoplasia de próstata por prostatovesiculectomia radical e linfadenectomia obturadora. O exame anatomopatológico revelou adenocarcinoma de próstata Gleason 7 (4+3), com invasão bilateral de cápsula e margens cirúrgicas extensamente comprometidas e linfonodos obturadores negativos para neoplasia. PSA zerou no PO, mas tornou-se maior que 0,2ng/mL 18 meses após a cirurgia. Qual a melhor conduta?
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