Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Tornam o diagnóstico de pneumocistose improvável, EXCETO:

A
tomografia de tórax normal.
B
bacterioscópico direto do escarro negativo.
C
capacidade de difusão de CO normal.
D
DHL normal.
E
CD4 acima de 300 cel/microL.
Homem, 40 anos, portador de diabetes tipo 2 e dislipidemia mista, é encaminhado pelo endocrinologista para avaliação de risco cardiovascular. Ao exame físico, apresenta PA: 150x110 mmHg, FC: 58 bpm. Bulhas cardíacas regulares em 2 tempos sem sopros. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios. Pulsos simétricos bilaterais. Qual o estágio da PA, segundo a V Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial? Qual seu risco cardiovascular? Quais drogas anti-hipertensivas estariam indicadas para o tratamento?
Homem, 45 anos, tabagista 1 maço/dia desde 18 anos, dislipidêmico em uso irregular de sinvastatina, foi admitido, após desentendimento familiar, com quadro de desconforto torácico médio-esternal sem irradiação, acompanhado de leve sudorese fria. Como a dor persistiu nos próximos 10 minutos, foi levado ao pronto atendimento. Seu exame físico era normal, bem como seu ECG, realizado 15 minutos após o início da dor. Encaminhado para sala de dor torácica, foram tomadas medidas iniciais, como Morfina, Nitrato, AAS, Clopidogrel e Oxigênio, com melhora significativa da dor. Que diagnóstico seria o mais adequado, caso um novo ECG e dosagens de marcadores cardíacos fossem normais?
Escolar de 12 anos inicia com quadro de mal-estar, tosse seca, dor de garganta, cefaleia e febre. Duas semanas após, procura o médico por agravamento da tosse que é persistente, muito intensa, em paroxismos, com escarro mucoide. Ao exame físico, auscultam-se alguns roncos nas bases. O exame radiológico de tórax mostra broncopneumonia intersticial. O agente mais provável para esse quadro é:
A prenhez ectópica tubária que algumas vezes ultrapassa a 16ª semanas é:
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