Questões na prática

Clínica Médica

Reumatologia

Um adolescente de 16 anos procura a emergência de um hospital referindo febre intermitente, associado à dores lombares e nas grandes articulações de forma migratória. História de amigdalite há cerca de 3 meses. Apresenta VHS elevada e titulação elevada de antiestreptolisina A. Neste caso, deve-se tratar inicialmente com:

A
Hidratação oral e analgesia.
B
Penicilina e corticoide.
C
Eritromicina e analgesia.
D
Penicilina e aspirina.
Paciente, 24 anos de idade, G2P1A0, com gestação de 12 semanas, vem ao pré-natal referindo cansaço e tontura. Queixa-se, ainda, de náuseas e vômitos eventuais. Trouxe exames com Ht: 30%, Hb: 10, 2 g%, VCM e HCM diminuídos e RDW de 15,8%. Caracteriza-se a anemia com os dados existentes, como:
Paciente, 34 dias de vida, é levado à consulta de rotina, trazendo o resultado do teste do pezinho, onde se verificou, na eletroforese de Hb, a presença de hemácias F, A e S. A conduta a ser adotada é:
Paciente internado com quadro de edema, oligúria, hipertensão, apresenta-se dispneico com estertores de base pulmonar, alterações hidroeletrolíticas, como hiperpotassemia, acidose grave, hipocalcemia, hiperfosfatassemia e hiperuricemia. Após instituir a terapêutica habitual para IRA, passa a manter hiponatremia refratária à terapia. Aumento progressivo da ureia e creatinina, oligoanúria persistente. A conduta a ser adotada no caso é indicar:
O uso de desfibrilador externo automático, DEA, tem sido preconizado como elemento fundamental dos cuidados referentes ao suporte básico de vida, na parada cardiorrespiratória, PCR. Esse uso encontra respaldo na seguinte assertiva:
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