Questões na prática

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Um chefe de família recebe diagnóstico de tuberculose pulmonar e inicia o tratamento preconizado. A esposa, puérpera, apresenta quadro clínico e radiológico compatível com tuberculose pulmonar. O casal tem um filho de 5 dias de vida, nascido a termo, parto normal, pesando 3.240g, Apgar 9 e 10, que recebeu a vacina BCG. Qual a conduta diante do recém-nascido para protegê-lo das formas graves de tuberculose?

A
Fazer radiografia de tórax do recém-nascido, na presença de qualquer alteração rediológica iniciar o tratamento preconizado para tuberculose com rifampicina, isoniazida e pirazinamida por 6 meses e só depois vaciná-lo com BCG; se radiografia for normal, vacinar com BCG e fazer acompanhamento clínico.
B
Quimioprofilaxia com isoniazida por 3 meses e, após esse período, fazer a prova tuberculínica (PPD); se a criança for reatora, a quimioprofilaxia deverá ser mantida por mais 3 meses; caso contrário, interromper o uso da isoniazida e vacinar em BCG.
C
Realizar PPD; se for reator, fazer quimioprofilaxia com isoniazida por 6 meses e só após vacinar com BCG; se não for reator, vacinar o recém-nascido com BCG.
D
Fazer radiografia de tórax do recém-nascido e PPD; se exame rediológico for normal e o PPD não for reator, fazer a quimiprofilaxia com isoniazida por 3 meses e, após esse período, fazer nova prova tuberculínica; se a criança tornou-se reatora, a quimioprofilaxia deverá ser mantida por mais 3 meses; caso contrário, interromper o uso da isoniazida e vacinar com BCG. Caso RX de tórax e/ou PPD alterados, iniciar tratamento para tuberculose.
E
Fazer PPD no recém-nascido; se for reator iniciar tratamento com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol; se não for reator, repetir o PPD em 6 meses, caso mantenha-se não reator, apenas acompanhar o recém-nascido em consultas de puericultura; se o PPD tornar-se reator iniciar o tratamento com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e estambutol. Vacinar com BCG após término do tratamento.
Um lactente de 1 ano e 6 meses chega ao pronto-socorro com quadro de arritmia cardíaca. O médico da emergência decide aplicar uma bolsa de gelo sobre a face do bebê tentando induzir uma manobra vagal. A arritmia que este paciente provavelmente apresenta:
Paciente, 55 anos, refere sangramento anal, principalmente misturado às fezes há três meses. Apresenta também episódios de diarreia e cólica abdominal difusa. Nega história familiar de câncer intestinal. Ao exame físico, o abdome está normal. Anuscopia apresenta hemorroidas internas grau II e externas. O toque retal está normal. Considerando o quadro descrito, a conduta mais adequada é:
Com relação às patologias do colo-reto e ânus, pode-se dizer que:
Paciente feminina 47 anos, com queixas de dor em região epigástrica de moderada intensidade piorando com ingestão de alguns alimentos, refere que o pai faleceu com câncer gástrico, ao exame físico presença de dor a palpação somente em região epigástrica. HDA realizada a três dias com o seguinte diagnóstico-esofagite erosiva; estômago e duodeno normais e H. Pylory positivo, frente este caso qual a melhor conduta:
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