Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Um homem, 16 anos, sofre acidente automobilístico com trauma contuso torácico e abdominal. No local do acidente a PA sistólica é de 80 e a frequência cardíaca (FC) de 120. Evolui com queda da PA sistólica para 60 e aumenta FC para 140. Apresenta distensão de veias cervicais e murmúrio vesicular bilateral. O diagnóstico mais provável na questão acima é:

A
Laceração traqueal.
B
Pneumotórax hipertensivo.
C
Lesão de veia cava retro-hepática.
D
Contusão miocárdica e choque cardiogênico.
E
Tamponamento pericárdico.
Jovem de 22 anos iniciou, há três dias, dor tipo “agulhadas” nos membros inferiores. Procurou ajuda quando notou fraqueza muscular, referindo que sentia “como se suas pernas fossem de borracha”. Evoluiu com paralisia arrefléxica, acometendo braços e principalmente pernas. A tomografia computadorizada do crânio e da coluna lombar foram normais. Liquor com 1 hemácia/mm³, 5 leucócitos/mm³ (100% mononucleares) e 300 mg/dl de proteínas. O quadro clínico e laboratorial apresentado pelo paciente está, na maior parte dos casos, relacionado à infecção por:
Você é chamado para avaliar um homem de 78 anos que vem progressivamente, ao longo dos últimos dois anos, com dificuldade de marcha e paraparesia espástica lentamente progressiva. Queixa-se de parestesias nas mãos e pés e refere que, às vezes ao tossir ou espirrar, sente piora da fraqueza nas pernas e um choque no braço esquerdo. Ao exame nota-se paraparesia espástica, diminuição da sensibilidade vibratória nas pernas, sinal de Romberg, hiper-reflexia nos membros inferiores, cutaneoplantar em extensão bilateralmente, atrofia da musculatura intrínseca das mãos mais à esquerda, diminuição do reflexo bicipital bilateralmente. Ele tem bom estado geral, está corado e anictérico, tem humor diminuído e chora ao ser examinado. A melhor hipótese diagnóstica inicial é:
Criança, 3 anos que há 2 dias sofreu traumatismo crânio-encefálico tem os seguintes dados laboratoriais: Sódio sérico 121mEq/L, densidade urinária elevada, sódio urinário alto e baixa osmolaridade. Nesse caso a conduta mais apropriada é:
Criança de 8 anos, soropositiva para HIV, apresenta tosse crônica, baqueteamento digital, gasometria mostrando hipoxemia e infiltrado intersticial na radiografia de tórax. Esta condição é mais compatível com:
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