Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Um homem branco de 60 anos de idade relata dor na fossa ilíaca esquerda, fezes amolecidas e febre. Ele não tem história patológica pregressa significativa. O exame físico revela sinais vitais normais, exceto por temperatura de 38,7 ºC e dor à palpação na fossa ilíaca esquerda. Existe defesa na fossa ilíaca esquerda, mas não se pode palpar uma massa definida. A avaliação laboratorial é normal, exceto por uma contagem de leucócitos de 15.000. A rotina para abdome agudo é normal. São partes razoáveis de uma terapia inicial, EXCETO:

A
terapia empírica com antibióticos de amplo espectro.
B
parecer da cirurgia.
C
clister opaco.
D
tomografia axial computadorizada do abdome.
E
retossigmoidoscopia.
Lactente, com 18 meses de idade, apresentou início súbito de choro intenso acompanhado de episódios de flexão das pernas e joelhos sobre o abdome. Evacuou com muco e sangue. Tem história de uso de antibiótico para tratar otite na última semana. O diagnóstico MAIS PROVÁVEL é:
Uma adolescente de 14 anos de idade, sexo feminino, apresenta quadro de febre, odinofagia, amídalas com placas branco-acinzentadas, adenomegalia cervical bilateral, esplenomegalia, com evolução prolongada. O médico, ao atender esta adolescente, levanta a suspeita diagnóstica de mononucleose infecciosa. Assinale os exames laboratoriais abaixo que seriam fortemente sugestivos da enfermidade:
No 6º dia de pós-­operatório de gastrectomia parcial com reconstrução, a BII inicia­-se uma drenagem de secreção abundante pelo dreno no hipocôndrio direito de aspecto amarelado turvo. O paciente não apresenta sinais de peritonite. O débito é de 500ml nas 24 horas. Qual a melhor conduta neste caso?
A principal justificativa para o emprego do sulfato de magnésio no tratamento da pré-eclâmpsia grave consiste em:
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