Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Infectologia

Um homem de 52 anos de idade recorreu ao pronto-socorro de um hospital geral, queixando-se de intensa dor epigástrica com irradiação para região dorsal e vômitos que tiveram início cerca de 10 horas após o almoço. A avaliação clínica mostrou frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 110 mmHg x 75 mmHg. Os exames cardiovasculares e respiratórios não apresentam alterações. O exame do abdome mostrou ruídos hidroaéreos normais, moderada dor na região epigástrica, ausência de hepatoesplenomegalia, ausência dos sinais de Cullen de Blumberg de Jobert de Giordano e de Torres Homem. A avaliação laboratorial mostrou 16.500 leucocitos/mm³, hematócrito de 48% no hemograma, amilase sérica - 1.520 unidades por litro (U/L) - valores de referência: 20-125 U/L - lipase sérica = 2.800 U/L (valores de referência: 20-125 U/L), transaminase pirúvica = 180 U/L (valores de referência: 10-40 U/L), cálcio sérico, albumina, trigliceridios, eletrólitos, ureia e creatinina dentro da normalidade. O eletrocardiograma convencional mostrou apenas taquicardia sinusal. Considerando a principal hipótese diagnóstica, as condições clínicas que representam fatores de risco para a doença em questão incluem, I- ingestão de álcool. II- pâncreas divisum. III- amebíase. IV- uso crônico de azatioprina. V- citomegalovirose. A quantidade de itens certos é igual a:

A
1.
B
2.
C
3.
D
4.
E
5.
Paciente, 35 anos, do sexo masculino, foi diagnosticado com aneurisma de aorta abdominal infra-renal de 4,5 cm no seu maior diâmetro. O tratamento mais indicado para esse paciente será:
Gestante de 29 anos de idade, com história de polidramnia, deu a luz a RN com 34 semanas de gestação. Com 24 horas de vida, o RN iniciou vômitos biliosos sem distensão abdominal. A radiografia abdominal mostrou sinal da "dupla bolha". O quadro descrito sugere o seguinte diagnóstico:
M.F.I, 47 anos, sexo masculino, hipertenso e diabético tipo II não insulino-dependente, queixa-se de dificuldade de deambulação devido perda da sensibilidade nos membros inferiores há 3 horas. Apresenta extremidades inferiores frias bilateralmente, pulsos não palpáveis. Considerando um quadro de oclusão arterial aguda, o que torna o membro isquêmico inviável é:
Qual é a relação CORRETA de compressões torácicas/ventilações em um recém-nascido, internado na UTI Neonatal?
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