Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Um paciente com megaesôfago, com diâmetro radiológico inferior a 5 centímetros, foi submetido a tratamento por dilatação pneumática por 2 anos, ao fim dos quais se apresentava assintomático. Não compareceu mais às sessões de revisão e, 3 anos após a última consulta, retornou com queixas de disfagia, regurgitação e emagrecimento acentuado. O exame contrastado do esôfago mostrou dilatação esofagiana superior a 7 centímetros. O tratamento mais indicado para este paciente, no momento, é:

A
Cirurgia de Heller.
B
Cirurgia de Thal-Hatafuku.
C
Novas sessões de dilatações com balão pneumático.
D
Fundoplicatura pela técnica de Nissen.
E
Injeção endoscópica de toxina botulínica no esfíncter esofagiano inferior.
Em relação a sífilis congênita, o teste sorológico utilizado para o seguimento do paciente é:
Baseado nos dados disponíveis de estudos controlados, pode-se afirmar que a terapia hormonal (TH) combinada no climatério aumenta o risco relativo de câncer:
Diante de um achado mamográfico de lesão não palpável classificada como BIRADS-3, a conduta mais recomendada é:
Na doença de Parkinson, qual é, respectivamente, a principal de?ciência neuroquímica encontrada e em qual via anatômica acontece a sua de?ciência?
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