Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Um paciente com megaesôfago, com diâmetro radiológico inferior a 5 centímetros, foi submetido a tratamento por dilatação pneumática por 2 anos, ao fim dos quais se apresentava assintomático. Não compareceu mais às sessões de revisão e, 3 anos após a última consulta, retornou com queixas de disfagia, regurgitação e emagrecimento acentuado. O exame contrastado do esôfago mostrou dilatação esofagiana superior a 7 centímetros. O tratamento mais indicado para este paciente, no momento, é:

A
Cirurgia de Heller.
B
Cirurgia de Thal-Hatafuku.
C
Novas sessões de dilatações com balão pneumático.
D
Fundoplicatura pela técnica de Nissen.
E
Injeção endoscópica de toxina botulínica no esfíncter esofagiano inferior.
Em relação à parada cardio-respiratória (PCR) na criança todas as afirmativas são corretas, exceto:
Um homem de 30 anos, HIV positivo, em uso de antirretrovirais, apresenta diarreia com sangue e emagrecimento há 3 meses. Na investigação foram encontrados processo inflamatório e ulcerações no cólon transverso, cólon direito e íleo, entremeados com áreas de mucosa normal, além de fístulas intestinais e doença perianal. O diagnóstico mais provável é de:
Em relação aos pacientes com problemas com uso de álcool, podemos afirmar que a alternativa correta é:
Pacientes portadores de cardiopatia congênita cianótica com shunt direito-esquerdo frequentemente apresentam policitemia. Os pacientes com policitemia grave (VG >65%) são de maior risco para desenvolver:
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