Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

Neurologia

Um paciente dá entrada em serviço de emergência onde você está de plantão com história de cefaleia iniciada há aproximadamente 20 dias; refere-se ainda a dificuldade de concentração e sonolência, nega febre. Relata ser portador de doença neuromuscular diagnosticada como Esclerose Lateral Amiotrófica. Você indica imediatamente uma gasometria arterial que mostra o seguinte resultado: pH = 7,35 PaO2 = 80 mmHg PaCO2 = 67 mmHg HCO3 = 34 BE = + 6 SaO2 = 97% Qual o tipo de insuficiência respiratória o paciente apresenta?

A
Tipo I crônica
B
Tipo II crônica agudizada
C
Tipo II crônica
D
Tipo I crônica agudizada
L.M.A., 20 anos, refere quadro de congestão nasal e lacrimejamento há 15 dias, evoluindo há dois dias com gotejamento pós-nasal, cefaleia e tosse. Ao realizar endoscopia nasal, foi visualizada secreção amarelada drenando do meato médio à esquerda. Qual o provável diagnóstico e a conduta indicada?
Mariana, 13 anos, chega ao ambulatório queixando-se de "dor no joelho", preocupada em participar da maratona para qual vem se preparando "há meses". O exame físico revela dor mal localizada na face anterior do joelho direito, sem sinais flogísticos, crepitações ou quaisquer outros sinais. A radiografia não evidenciou anormalidades. Com base na principal hipótese diagnóstica, é CORRETO afirmar que:
Considere as seguintes situações de dissecção aguda da aorta tipo B: 1. Desobstrução de ramos viscerais, com ou sem uso de stents. 2. Fenestração endovascular na presença de isquemia grave de membro inferior. 3. Implante de stent na luz verdadeira, em dissecções não complicadas. 4. Implante de endoprótese recoberta, em paciente clinicamente instável, sem envolvimento abdominal. A terapia endovascular NÃO está justificada em consensos no(s) caso(s):
Nos quadros de colangite, não podemos considerar como sinal clássico da Pêntade de Reynolds:
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